dia a dia

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Homem é seduzido pelo lado negro da força e assalta banco vestido de Darth Vader

Publicado por Carol em 23 Jul 2010 | sob: dia a dia

veja noticia completa aqui!

“Um homem usando a máscara de Darth Vader assaltou um banco em Nova York. A polícia disse que o ladrão entrou em uma agência do Chase Bank, em Long Island, na quinta-feira (22), com uma arma e exigiu que fosse entregue dinheiro.

“Isto não é uma piada”, disse o ladrão para os caixas e clientes. […]”

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E ainda diz que não é piada… fala sério…

Bêbado invade zoo, senta em crocodilo e é mordido na Austrália

Publicado por Carol em 13 Jul 2010 | sob: dia a dia

veja notícia completa aqui!

“Um homem sobreviveu a uma agressão de um crocodilo em um zoológico da Austrália após decidir, sob efeitos do álcool, entrar na jaula do réptil e sentar-se sobre ele, informou nesta terça-feira a imprensa local. […] “Teve muita sorte de sair vivo. Estes crocodilos são conhecidos pelo fato de não deixarem ninguém escapar quando mordem”, disse o sargento Roger Haynes à rádio ABC.”

Lol??? Algo me diz que esse sujeito não volta a beber tão cedo…

Comprar demais pode aumentar a barriga e deixar impotente

Publicado por Carol em 06 Jul 2010 | sob: dia a dia

Veja noticia completa aqui

“Pesquisadores descobriram que um composto químico encontrado em recibos e até receitas contém uma perigosa substância, o Bisphenol A (BPA), que pode causar desequilíbrio hormonal masculino. O composto é utilizado para fazer tinta invisível em papéis termicamente sensíveis e podem ser ingeridas quando os homens, após lidarem com o papel, tocam a boca ou manipulam alimentos.

Segundo o urologista Frank Somme, em entrevista ao Daily Telegraph, essas alterações podem até diminuir o apetite sexual. “Em longo prazo, isso diminui o apetite sexual, faz a barriga crescer e tem efeitos negativos sobre a ereção e a potência”, disse o médico. Ou seja, comprar demais ou lidar com esta substância diariamente pode causar impotência e favorecer o surgimento da indesejada barriguinha. Isso acontece porque substâncias como o BPA podem mudar o balanço hormonal masculino, privilegiando o estrógeno. A substância já foi proibida no Canadá e três Estados americanos. ”

Eu nem ia comentar nada, mas depois do “ok, vou parar de comer recibos” que eu ouvi do Lobo, eu achei que devia…

I´m tired…

Publicado por Carol em 10 Jun 2010 | sob: dia a dia

“In the words of Yang: I need a drink, a man or a massage. Or a drunken massage by a man.”
Shonda Rhimes, criadora de Grey´s Anatomy

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Eu AMEI essa foto… :D

Criminosos tentam assaltar banco e ficam presos na porta giratória no interior de SP

Publicado por Carol em 10 Jun 2010 | sob: dia a dia, Quentinhas do Terra

Veja a notícia completa aqui!

“Ladrões que furtavam uma agência do Banco do Brasil de Miguelópolis (441 km de São Paulo) ficaram presos na porta com detector de metais durante a fuga, na tarde desta terça-feira.

Três homens –dois deles menores– entraram na área onde os depósitos dos correntistas são conferidos, aproveitaram a distração de um funcionário e pegaram o dinheiro.

No entanto, um segurança travou a porta giratória e os ladrões ficaram presos. Eles chegaram a tentar quebrar o vidro da agência bancária para fugir, mas não conseguiram.

A polícia foi chamada e, com o trio, apreendeu R$ 474 em dinheiro, três telefones celulares, um notebook e um veículo Gol. Os três foram detidos.”

Nada como um bom bando de amadores, não? Mas com certeza, só a manchete já vale a notícia…

Aonde chega a futilidade humana….

Publicado por Carol em 28 Mai 2010 | sob: dia a dia, No trabalho

Olha a matéria que saiu na Folha na 2a feira:

“Juventude dourada

Para paulistanos classe AAA, querer é poder; círculo restrito é considerado uma ‘Bolha’

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
GUILHERME GENESTRETI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Com um cartão de crédito na mão e uma ideia na cabeça, os jovens paulistanos de classe AAA compram sem olhar o preço na etiqueta, têm motorista à disposição para nunca precisar pegar ônibus e cultivam hábitos como velejar, participar de leilões de arte e viajar para o exterior duas vezes ao ano.

Vida boa? Pode ser. Em compensação, os teens super-ricos temem amizades por interesse, dizem que são julgados mais pela marca da roupa que vestem do que pelo que são e vivem pensando em segurança.

Tanto que ocultar sobrenomes foi condição para as entrevistas da reportagem.

João, 17, não reclama dessa vida, que sustenta hábitos e vaidades. “Tenho mais gravatas do que meu pai!”, diz. Bebida preferida? Um vinho Château Mouton-Rothschild, safra 1982, cuja garrafa não sai por menos de R$ 3.000.

Recentemente, o estudante tomou gosto por leilões de arte. No Jockey Club de São Paulo, arrematou uma vaquinha da Cow Parade por R$ 5.000. Naquela noite, estava com a irmã, Victoria, 18, que adora bolsas Gucci mas elege “Havaianas e pijama” sua combinação perfeita.
Para João, os super-ricos são “uma minissociedade”, em que dinheiro nem sempre é sinônimo de felicidade. “Você vai à prova da Fuvest de motorista e é um choque!”

Querer é poder

Caroline, 16, queria um baile de máscaras para seus 15 anos. Como querer, para ela, é poder, um vestido incrustado de cristais Swarovski foi logo encomendado.

Humberto Carrão, um dos galãs de “Malhação”, rodopiou com a debutante no salão da Daslu, para-raios das grifes caras em São Paulo. Sua mãe ainda contratou acrobatas do Cirque du Soleil e cantores líricos.

Um ano depois, paramentada com jóias Tiffany, Caroline diz que dinheiro faz diferença, mas não é tudo. “Tem muita gente interesseira.”

As coisas costumam chegar às suas mãos antes mesmo que ela as deseje. “Tudo o que sai, não dá nem tempo de ela querer: iPhone, iPod…”, diz a mãe. Mas a garota diz não gostar do comportamento dos “esbanjões”. “Odeio gente fútil”, diz.

André, 17, recebe mesada de R$ 200, apesar de ter passe livre do pai para usar o cartão de crédito em “emergências”, quando o dinheiro acaba. Ele complementa a renda vendendo o que não quer mais no Mercado Livre, como camisetas de marca e notebooks e iPods ultrapassados.

O adolescente prefere levar os amigos para o iate da família a cair na balada. Para chegar à praia, tem como opção o helicóptero do pai.

FORA DA BOLHA

André reconhece que há outra realidade atrás dos muros que o cercam. “Sei que vivo numa bolha, mas é aqui que estão os meus amigos.”

Já Adriano, 17, diz que estourou a bolha. Vai de ônibus ao colégio e decidiu sair da antiga escola por achá-la “playboy demais”.

Para ele, tudo mudou aos 11 anos, quando fez intercâmbio e conheceu gente do mundo inteiro. “Uns eram negros, outros, asiáticos. A gente aprende que ter diferenças é importante.”

Sentado no sofá de casa, André fala sobre a vida de um super-rico. “É bem mais fácil, e isso é uma desvantagem. Posso não aprender os problemas do mundo real.”

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Teens classe AAA são menos de 1% da população do Estado de São Paulo e cerca de 0,6% dos brasileiros

Adoram bolsas Gucci, modelo transversal (R$ 2.000)

80% deles se consideram consumistas

Frequentam o clube Pink Elephant: entradas custam R$ 70 (meninas) e R$ 150 (meninos) A garrafa de champanhe custa R$ 525 e seu comprador tem o nome anunciado pelo DJ

Fontes: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Reportagem Local e Datafolha (Jovens Brasileiros, maio de 2008) ”

/…

Sem comentários…

A humanidade não vai salvar o mundo

Publicado por Lobo em 31 Mar 2010 | sob: dia a dia

Seria um reconhecimento da limitação humana no entendimento do planeta? Quem sabe um entendimento maior da vida como um todo? Ou pura e simplesmente senilidade?

Depois de conduzir a bandeira da ecologia por quase 40 anos, James Lovelock comenta que Usinas Nucleares podem ajudar o planeta. E agora fala que a humanidade não pode salvar o planeta. (aqui)

Sobre as usinas nucleares, eu acho que tem lógica. Se é real ou não, não cabe a mim decidir, mas a lógica é que, em termos de impacto ambiental na construção e manutenção, em relação a outras formas de geração de energia viáveis, é a melhor opção atualmente.
Usinas hidrelétricas necessitam de grandes áreas inundadas para funcionar.
Queima de combustíveis (fósseis ou não) para gerar energia acabam por liberar mais gases do efeito estufa.
Energia eólica não produz quantidades grandes de energia para cidades como São Paulo ou NY.
Energia solar é extremamente cara para ser instalada em qualquer lugar.

Então, deixando de lado o risco de acidentes nucleares, como Chernobyl, as usinas nucleares geram energia elétrica praticamente limpa. Legal. Two thumbs up! \o/

E agora o sr Lovelock diz que a humanidade não pode salvar o planeta.

Para este biólogo que vos escreve, nunca pôde. Porque o planeta não precisa ser salvo. Ele ainda existe, a vida ainda está aí, e o planeta realmente sempre resolveu seus próprios problemas. Neste aspecto não tenho o que tirar nem por.

Mas é um risco, e não pequeno, falar que podemos viver como queremos. Tudo o que fazemos afeta nossos vizinhos. Quer ouvir música alta? Espero que seja do mesmo gosto que seus vizinhos, senão é problema na certa. Quer jogar lixo na calçada? Bom, seu vizinho não vai curtir. Quer sujar seu planeta? Lembre-se que você tem vizinhos.

Não pq o planeta vai chorar, ou ficar emo, que precisamos maneirar no consumo. Não é porque os golfinhos e seus amigos fofinhos e do bem que nadam no mar e dizem que são humanos vão sumir. É porque se continuarmos no ritmo de consumo, não teremos mais o que consumir.

O ser humano não carrega a bandeira da ecologia porque é bonito, mas porque vai acabar com o mundo. Mas o mundo humanos, com as vantagens e conforto humanos que vai acabar. E, sinceramente, quem quer ficar sem seu conforto?

Endless Dream - Conjure One

Publicado por Carol em 26 Mar 2010 | sob: dia a dia

“It’s all coming back to me now
That strange and almost endless dream
Where I was you and you were me
You opened up your eyes and I could see
That you were falling from the world
As aimless as a shooting star in orbit around me
Thinking I was somebody else
And terrified to look at me and see yourself, well…

You are like a dream
And I am just a trip that you are on
When the trip is over you will go back
To the places that you once belonged
You will look for comfort there
And when you do you’ll find that it has gone
That is when you’ll dream a dream
Where I am you and you are me
And then you’ll know my love

So don’t be afraid
Your heart is in me
And it’s racing so fast now
Cause everything we ever were or ever will be
Is shapeless as a changing cloud
Your letter written on the sky
I’m needing now to read it through my eyes
When you see just what I see
Then tenderly watch it change
And just let it be

Cause I am like a dream
And you are just a trip that I am on
When the trip is over I will go back
To the places that I once belonged
And I will look for comfort there
And when I do I know it will be gone
That is when I’ll dream a dream
Where I am you and you are me
And then I’ll know your love

…so quiet
now…

Say, this is just some trip that we are on
When the trip is over we will think of this
As someplace that we once belonged
When I find no comfort here
I’ll look again to find it in your arms
That is where I’ll dream a dream
Where I am you and you are me
And that’s where I know love “

mais uma rapidinha

Publicado por Carol em 25 Mar 2010 | sob: dia a dia

Ontem foi a 1a vez esse ano que eu fui trabalhar de carro…
Em menos de 5 minutos de transito eu lembrei o porque…
E o carro vai ficar mais uns 3 meses na garagem…
Credo…

Essa é rapidinha…

Publicado por Carol em 04 Mar 2010 | sob: dia a dia

Sabe uma das coisas que mais me tiram do sério?
Gente ouvindo música alta em ônibus…
E não, eu não to falando daqueles adolescentes ouvindo heavy metal com fone de ouvido no volume “insane”.
To falando de gente mal educada, sem noção, que resolve ouvir pagode no celular sem fone de ouvido. Só porque o ônibus ta lotado, e o transito caótico. Como se eu fosse obrigada a ouvir também.
Ou pior, a mulher que sentou do meu lado essa semana, que não percebeu que o fone de ouvido tava mal encaixado. Ou seja. Ela ficou feito uma idiota com os fones de ouvido, e a música tocando nos alto-falantes do celular.
Vontade de apontar a placa escrito que é proibido ouvir música alta no ônibus, mas o medo de apanhar ou ouvir uma resposta mal-criada me faz ficar quieta…
Un-f*cking-believable…

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