Novembro 2009
Arquivo Mensal
Blog da Carol e do Lobo, pra quem gosta de ler e se divertir.
Arquivo Mensal
Publicado por Carol em 23 Nov 2009 | sob: dia a dia
Ontem eu e o Lobinho fomos jantar num mexicano.
Eu sempre curti comida mexicana, e o que tem aqui na região é um dos melhores que eu conheço. Ou costumava ser…
Não sei porque, dessa vez, ao inves de pedir nosso prato de sempre (nachos supreme, ou quesadillas de queijo ou fajitas de frango) resolvemos comer alguma coisa diferente. Tipo, nunca fui muito fã de bacon nem de cheddar, mas eu lembrava dessas potatoes skin com muito carinho… eram as únicas capazes de me fazer comer bacon e cheddar no mundo. Onion rings, beleza, eu adoro cebola. Os chiken fingers e os jalapeños eu passo, mas o Lobinho curte. Bastante. Então resolvemos pedir.
Parecia um universo paralelo, onde até as onions rings estavam de mal comigo… Fiquei com aquela sensação de que ou eu mudei muito, e realmente eu ODEIO esse tipo de comida empanada, ou a cozinha mudou. E muito.
Beleza, não consegui comer quase nada, o Lobo também olhava meio estranho as potatoes skin, mas comeu. Resolvi pedir um chilli burguer, porque sempre tive vontade de experimentar, e sei que os burguers de lá são ótimos. Ou eram ótimos. Porque eu comi a coisa mais sem graça que eu já pedi no mexicano. Eca…
No fim, nem comemos a sobremesa… imagina se eles estragam meu Oreo Madness??? Tipo, só a minha sobremesa favorita desde… sei lá, desde comi pela 1a vez…
Pagamos a conta, sem o serviço, porque sei lá… a gente até foi atendido decentemente, mas acho que o cozinheiro tava de mal comigo esse dia.
Saí com a sensação de que se eu tivesse jogado os $$$ que a gente pagou no lixo teria dado quase no mesmo…
Ok, nem vou dizer que nunca mais na minha vida eu como naquele lugar, mas com certeza, nunca mais eu peço outro prato do cardápio, a não ser os 3 que eu gosto/conheço/como sempre… e mesmo assim, morrendo de medo de estar num universo paralelo onde um dos meus restaurantes favoritos me deixa com essa sensação de jogar dinheiro fora…
E continuo com vontade de comer comida mexicana…
Publicado por Carol em 19 Nov 2009 | sob: dia a dia
veja a notícia completa aqui
“Em um estudo publicado na revista Evolution and Human Behavior, o especialista Rakison David, da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, descobriu que meninas de 11 anos aprenderam rapidamente a associar imagens de aranhas e cobras com uma expressão facial de medo, diferente dos meninos. Em uma perspectiva evolucionária, isto faz sentido, segundo o estudo, porque as mulheres encontravam as aranhas regularmente durante a coleta de alimentos. Os homens, por outro lado, não sentiam medo pela necessidade de enfrentar riscos extremos durante a caça.”
Se essa não é a coisa mais idiota que eu já li está entre as 10 mais… Não vou nem comentar…
Publicado por Lobo em 17 Nov 2009 | sob: bRO Fanfic
Passadas algumas semanas desde a volta do Imperador Morroc, a vida em Rune-Midgard parecia ter alcançado novamente seu equilíbrio. O monarca Tristan III havia reconhecido a Guarda Continental como defensores oficiais de Morroc e condecorado seus líderes, que souberam agir corretamente e reagiram de acordo com as necessidades, e incumbiu aos guerreiros valorosos da Guarda a função de manter as hordas do Imperador Morroc na área desértica à leste da cidade de Morroc, onde aparentemente ele havia se instalado. A Guarda ficaria de olho na região, alertando o Rei de Rune-Midgard de qualquer mudança, e também possuíam liberdade de convocar qualquer aventureiro disposto a ajudar em quaisquer das cidades do reinado.
Com a situação entrando neste equilíbrio, mesmo que tênue, as guildas voltaram aos seus afazeres normais, e a Duality não era excessão, assim como a Equilibrium. A guilda de Jelanda Bogardann voltou para a mansão do arqueólogo que os guiava, enquanto Elenna voltava para Prontera com seu marido. Elenna estava aflita ainda de ser líder de uma guilda em um momento como este, mas sabia que, pelo fato da Duality ser uma guilda pequena e não voltada à torneios, certamente o trabalho dela era bem menor do que o de outros líderes, o que a deixava mais tranquila. Além disso, a Duality não era uma autocracia, mas uma democracia dentre seus membros, então efetivamente a função de Elenna só era efetivamente cobrada quando necessária uma ação conjunta, como havia acontecido no episódio do Laboratório de Somatologia, ou então quando a guilda foi para Nifflheim. Assim, Elenna voltou para suas preocupações mais habituais, e foi para o castelo de Prontera, procurar pelo Enfermeiro Geral para saber mais dos dois jovens que haviam sido salvos da Rekember.
Ao chegar na enfermaria, encontrou o espadachim Shinka sentado ao lado da cama da arqueira Aisha Wolfheart. Ele parecia estar bem, assim como a garota, embora ela estivesse dormindo. Elenna entrou em silêncio e sozinha, uma vez que Dorei havia ficado na cidade para verificar o comércio.
- Bom dia, jovem espadachim! - falou Elenna em um tom baixo para não acordar a arqueira. - Vejo que está melhor.
- Ah bom dia, dona Elenna. - respondeu o espadachim de cabelos claros e bagunçados. - Estou sim, graças à vocês. E minha queria Aisha também está bem, embora esteja dormindo.
- Fico feliz! - respondeu a sacerdotiza. - O enfermeiro falou que vocês já tiveram alta, e podem sair da enfermaria.
Shinka sorriu, um sorriso sincero e feliz. Apesar de ser um tanto alto e forte, ele visivelmente havia entrado há pouco na idade adulta, e estava desenvolvendo seu físico. No momento estava vestido com o avental de interno, e ao lado de seu leito estavam suas roupas de espadachim, limpas e arrumadas. "Gabi certamente passou por aqui", pensou Elenna ao ver que não apenas as roupas dos dois estavam limpas e arrumadas, como seus equipamentos haviam sido reformados e estava organizados próximo às roupas deles, e em cima das roupas havia uma Poção Amarela para cada um, quase uma marca registrada da alquimista.
- Poderia olhar por Aisha enquanto me troco, por favor, dona Elenna? - pediu Shinka, levemente ruborizado. - Ela deve despertar a qualquer momento, e gostaria de estar pronto para sairmos quando isto acontecer.
- Certamente, Shinka! - respondeu Elenna, em seguida apontando as roupas e equipamentos dele. - Aceite o presente de nossa alquimista, por favor.
- Muito obrigado. - respondeu o espadachim, olhando para a Poção. - E aceitarei de bom grado!
Shinka então pegou suas roupas e foi para trás do biombo do pequeno quarto da enfermaria para se trocar, enquanto Elenna sentava-se ao lado da arqueira. Elenna olhava para a arqueira como olhasse para uma criança, embora ela também estivesse entrado na idade adulta. A jovem arqueira também vestia o roupão da enfermaria, coberta pelo lençol fino que havia ali. A enfermaria do castelo de Prontera era dedicada às famílias importantes do reinado, e aos mais abastados. Pela idade e trajes dos dois, Elenna sabia que não poderiam ter pago aquela estadia, o que novamente a fez pensar que havia dedo de Gabi na situação, fazendo um leve sorriso surgir no rosto de Elenna.
- Bom dia, eu acho… - falou de repente a arqueira, ao lado de Elenna. - É dia ainda?
- Sim, é um belo dia nesta bela cidade, jovem Aisha! - respondeu Elenna ainda sorrindo. - Bem vinda ao mundo dos acordados.
Aisha sorriu com o comentário, mas ruborizou ao notar que não estava com suas roupas normais, olhando ao redor e vendo o roupão de Shinka pendurado no biombo, e ouvindo os sons dele se vestindo ali atrás. Os cabelos castanhos da arqueira estavam em desalinho, algo que ela notou rapidamente e tentou arrumar rapidamente olhando com mais vergonha para a sacerdotiza, que levantou-se e pegou um pente na mesinha do quarto.
- Deixe-me ajudá-la. - falou sorrindo Elenna, voltando para o banquinho. - Sente-se virada para lá.
Aisha, mesmo vermelha, fez o que sugeriu a Sacerdotiza, que logo puxou o banco para mais perto do leito e começou a pentear a arqueira, enquanto Shinka saia de trás do biombo, já com a roupa habitual dos cavaleiros, que consistia em uma grossa calça de tecido escuro, cobertas até os joelhos por uma longa bota de couro e metal, uma camisa de mangas longas, do mesmo material da calça, e que cobria quase até os joelhos, um cinturão com alças para pendurar equipamentos, luvas de couro com protetores de couro duro por cima do antebraço e um sobrepeliz por cima da camisa, fechado por uma presilha de cor dourada. Ao ver Aisha acordada, ele sorriu, sendo o sorriso correspondido pela arqueira, que estava sendo penteada.
- Bom dia, Ai-chan! - disse com a voz feliz o espadachim. - Estou me arrumando para sairmos daqui. Dona Elenna disse que já podemos sair, e acho que já demos trabalho demais à ela.
- Bom dia, Shin! - respondeu Aisha meio sem se virar para não atrapalhar a sacerdotiza. - Assim que a senhora Elenna terminar vou me vestir e vamos sair.
- Não é problema algum para nós, Shinka e Aisha. - falou Elenna, terminando de pentear a arqueira. - Mas creio que queiram mesmo sair. Vá se trocar, Aisha, que terminei de penteá-la.
Aisha corou novamente, sorriu em agradecimento e pegou suas vestes e foi para trás do biombo. A roupa que vestiria, típica das arqueiras de Payon, consistia em um um par de meias altas até a metade das coxas, botas leves de couro, camisa azul-marinho de tecido fino e leve, saia marrom escura, presa por um cinturão com argolas, onde geralmente uma ou duas aljaves e o arco ficariam presas, cotoveleiras e luvas de couro, e um protetor de peito a ser usado no lado do braço que distende a corda do arco. Elenna esperou enquanto Aisha se trocava e Shinka pegava seus equipamentos, incluindo uma longa espada de uma mão, cuja bainha ele prendeu no cinturão, e uma lança tão comprida quanto o próprio espadachim, que ele carregava na mão. Quando Aisha saiu de trás do biombo, já vestida e com os dois roupões da enfermaria dobrados, Shinka já estava a esperando do lado de fora, com a aljave de flechas e a pequena besta da garota em mãos, para entregar à ela. Assim que ela os prendeu em suas argolas, Shinka pegou sua lança e seguiram Elenna para fora da enfermaria, agradecendo o caminho todo e pedindo desculpas pelo trabalho, ao que Elenna respondia sempre sorrindo que não deviam agradecer.
Do lado de fora do castelo, seguiram para a parte norte de Prontera, onde geralmente a guilda se encontrava, para que podessem apresentar os novos membros da guilda para os antigos. E estavam lá os assuaceiros Myadra e Dorobou, a alquimista Gabi com seu Corujito e templária Katrina, com seu GrandPeco ao seu lado, conversando. Aparentemente a templária estava com alguma novidade, pois todos estavam centrados conversando sobre algo que ela tinha em mãos. Aparentemente era um bastão de metal, do tamanho aproximado de um lápis, embora um pouco mais grosso, com uns botões na lateral. Assim que os três se aproximaram do grupo e se cumprimentaram e apresentaram-se aos novatos, Katrina voltou a falar.
- E, quando aperto este botão, ele aparentemente apaga parte de minha memória. - falava a templária. - Na verdade, ele supostamente me faz esquecer algumas habilidades, para que eu possa treinar novamente minhas habilidades.
- Mas você já trocou de profissão uma vez, Kat! - falou Gabi. - Eu sei que você queria fazer isso, mas terá que treinar tudo de novo? É como voltar a ser um aprendiz.
- Olha só quem está falando. - respondeu em tom jocoso Katrina. - Logo você, que só faltou virar odalisca! Mas não, não preciso treinar tudo de novo, porque eu já sei as habilidades, eu só terei a liberdade de treinar novamente, e será mais rápido.
- Bom, se é o que você quer… Vai lá! - Comentou Myadra, desta vez. - Isso funciona mesmo, então?
- Foi o que me explicaram o vendedor e minha superior, que aliás, me incentivou a fazê-lo. - respondeu Katrina para a Arruaceira. - Ela mesma disse que me ajudaria a reaprender o que eu preciso.
- Se é assim, divirta-se! - riu Myadra.
Katrina então se despediu das pessoas, deixando sua montaria com Gabi, e foi para a Catedral, dizendo que queria fazer isso na presença de sua mentora, caso ela precisasse de alguma ajuda. Myadra então explicou para Elenna, que não havia entendido totalmente o que era aquilo, que Katrina estava procurando outras formas de ajudar os amigos. Ela havia treinado muito, mas não era o que queria, e Dorobou encontrou um amigo dele que vendia um aparelho chamado Neuralizador, que era o que a templária tinha em mãos, que auxiliava a reabilitar pessoas, sem contra indicações. Embora Elenna achasse que como templária ela já ajudava muito, entendeu a necessidade de Katrina, e a acompanhou com o olhar ela indo até a Catedral, levemente preocupada.
Publicado por Carol em 11 Nov 2009 | sob: dia a dia, Quentinhas do Terra
Eu sei, eu sei… eu já postei uma noticia bizarra hoje… mas meu, olha essa aqui! Não tinha como…
“Procurado pela polícia de Gales acusado de roubo, o britânico Matthew Maynard mandou uma foto sua atualizada para o jornal “South Wales Evening Post”, pois não gostou da imagem que foi publicada pelo periódico como parte de um anúncio policial para capturá-lo. ”
É mole?
Publicado por Carol em 11 Nov 2009 | sob: dia a dia, Quentinhas do Terra
Essa é do G1 - Planeta Bizarro… Você pode ver a noticia completa aqui
“A britânica Vicki Larrieux, de 22 anos, tem um medo incomum. Ela sofre de lachanofobia, ou medo de vegetais. Vicki sua frio e tem ataques de pânico com a simples visão de uma cenoura ou ervilha, segundo reportagem publicada pelo jornal inglês “Daily Mail”. (…) Ela destacou ainda que está aprendendo a controlar seu medo, mas não é algo fácil. Segundo Vicki, é extremamente difícil quando ela tem que ir ao supermercado ou sair para jantar com o namorado (…).
Depois do “medo de 6a feira treze” vem o medo de vegetais… Era só o que faltava…
Publicado por Lobo em 09 Nov 2009 | sob: dia a dia
Esta é curtinha, uma espécie de desabafo.
Temos tantas senhas, códigos, números associados à nossa vida que corremos erros. Claro que temos que dar uma leve padronização das nossas senhas, senão ficamos loucos com a quantidade de dados que temos que manter em nossas já tão cheias cabeças.
Porque estou falando isso? Simples!
Estava fazendo meu prato de comida para esquentar no microondas (praticidade é o que liga, não?) e quase digitei uma senha numérica… E meu microondas sequerparece um cofre ou mesmo um site que precise colocar senha.
Essa vida moderna…