Fevereiro 2009

Arquivo Mensal

Mais um!

Publicado por Carol em 26 Fev 2009 | sob: dia a dia

Olha só que coisa! Dois posts hoje! Pois é! To inspirada!! ^^
Esse aqui vai ser bem curtinho.
Só pra falar de Grey´s Anatomy.

Bom, vocês sabem que sou meio viciada em seriados, não? Bom, agora vocês sabem, né? ;)
Pois é, eu sou, e no momento, o seriado da vez é Grey´s Anatomy. Surtei. Quero ver todos os episódios. De uma vez.

E quando eu surto, saio procurando recaps e noticias e lugares pra ver videos em streamming.
Achei vários sites legais, um deles com até umas transcrições divertidas de pedaços de episódios.

Daí me deparei com essa frase:

“Intimacy is a four syllable word for ‘Here are my heart and soul - please grind them into hamburger and enjoy’.”

Da Meredith Grey. É claro.
Adorei!

Hummmm… hamburguer… *fome*

Homem morre em SC após moto ser atingida por urubu

Publicado por Carol em 26 Fev 2009 | sob: No trabalho, Quentinhas do Terra

Ok, faz um tempo que eu não comento nenhuma noticia, e o Terra não tem mais me ajudado. Ainda bem que eu sou uma menina precavida, e “a long long time ago”, separei algumas noticias para comentar mais tarde. Uma delas é essa aqui .

“Um homem que trabalhava como pedreiro morreu na tarde de ontem após sofrer um acidente de moto na cidade de São José, na região da Grande Florianópolis (SC). ”

Ok, até aqui tudo bem, coisa chata, o cara morreu e tal. Eu sempre me sinto meio mal quando vejo notícias de acidentes com morte e tal. *sigh* Respira fundo e continua lendo.

“Segundo a Polícia Militar da cidade, o veículo foi atingido por um urubu enquanto o pedreiro voltava para casa.”

*respira fundo de novo*

*respira fundo e tenta não rir*

Não é pra rir. O cara morreu. Falta de educação ficar rindo. *leio a notícia de novo*

Não dá. Um urubu. Um URUBU!! Como assim, a moto foi atingida por um urubu!! Como assim o cara morreu por causa de um urubu!! Seriosly!!

Não dá. Tive que rir. E o cara lá em cima já colocou mais um risquinho no lado escrito “inferno” do papel.

bRO fanfic | Capítulo 31 – Somatologia: A sala cúbica (parte 4)

Publicado por Lobo em 26 Fev 2009 | sob: bRO Fanfic

Lyanne foi direto na caixa ao pé da cama, pois provavlemente ali haveria algo interessante escondido, pois estava limpa e muito perto da cama para ser apenas uma caixa. E, de fato, era uma espécie de baú, com três fendas em formatos peculiares, possivelmente fechaduras. Alisia foi verificar o barril de madeira, constatando que não havia líquido dentro, e ele ou era pesado demais pra ela, ou estava preso ao chão. As odaliscas resolveram olhar aquela mesa bagunçada.

Heika, ao mexer no monte de arquivos no pé da mesa encontrou uma chave vermelha. Excitada, mostrou às suas amigas, que começaram a verificar os móveis atrás de uma fechadura vermelha que fizesse par com a chave, e o encontraram no gaveteiro perto da cama, achando apenas um canivete velho, que deixaram ali mesmo. Lyanne, olhando embaixo da cama, viu algo brilhando, mas não conseguiu pegar pois estava muito perto da parede, e a cama não se movia. Kyara entregou a ela um tipo de vareta de metal que encontrara embaixo da mesa bagunçada, mas não foi suficiente para pegar o objeto, mas acabou achando outra vareta igual àquela, e reparou que se encaixavam. Assim, com uma varela longa, conseguiu puxar para fora da cama o objeto brilhante, em formato de cubo, feito de metal. Rapidamente associou o formato a uma das fendas da caixa ao pé da cama e correu para testar, acompanhada pelas odaliscas. O cubo se encaixou perfeitamente na caixa, e ouviram um estalo de uma trava se soltando. Nisso ouviram o barulho de madeira se espatifando e, ao virar, viram Alisia com o machado em mãos e à sua frente, no lugar que havia um barril, destroços de madeira e uma espécie de painel eletrônico.

- Talvez seja para algum tipo de senha para passagem secreta? - falou Lyanne. - Vamos procurar algum código ou senha, que certamente estará nessa bagunça!

E assim as quatro começaram a procurar algo que fosse vagamente parecido com uma senha. Embora tenham procurado por alguns minutos, aumentando ainda mais a bagunça local, Kyara notou que o quadro com o mapa estava meio deslocado e subiu na mesa para ver mais de perto. Como não conseguiu olhar direito atrás dele, mas estava visivelmente forçado a descolar da parede, pediu que alguém entregasse a ela o canivete que estava no gaveteiro. Com o instrumento em mãos, conseguiu afastar um pouco mais o quadro e viu uma sequencia de nove números, que Lyanne rapidamente pediu para que ditasse enquanto ela digitava no quadro do painel descoberto por Alisia. Assim que Lyanne digitou a senha, a caixa metálica abriu seu fundo, derrubando uma chave amarela no chão. Nova correria para achar de onde era a chave amarela. Alisia descobriu no tal gerador de força um espaço amarelo que parecia servir para a chave, enquanto Lyanne, ao esbarrar na mesa com o vinho derrubou uma das taças que estava com um vinho velho e descobriu uma chave muito enferrujada ali.

Quando Alisia virou a chave amarela no gerador, Heika notou que uma luz em cima da cama se apagou, enquanto Kyara e Lyanne buscavam nos produtos químicos algum ácido que podessem usar para desenferrujar a chave que a sábia encontrara. Alisia subiu na cama para ver a lâmpada apagada e, ao cutucar levemente a lâmpada com a vara comprida que usaram para achar o cubo, quebrou a lâmpada e derrubou uma chave preta que estava escondida ali, mas que estava muito quente ainda. Lyanne e Kyara acharam um ácido e jogaram a chave enferrujada lá dentro para desenferrujá-la. Assim, as quatro garotas sentaram-se na cama para esperar que uma chave esfriasse e outra desenferrujassem. Estavam tão excitadas com as descobertas quem nem falavam nada, só encaravam as chaves, verificando que a enferrujada tinha a cor verde. Enquanto esperavam as chaves, saíram procurando suas respectivas fechaduras.

Encontraram no grande tubo de vidro um espaço para algum tipo de cartão e também uma fechadura de cor preta. Encontraram no gaveteiro a fechadura verde, trancando uma enorme gaveta. Usando as respectivas chaves, descobriram um objeto metálico no formato de um ovo no fundo do grande tubo, perfeito para encaixar no espaço ovalado da caixa ao pé da cama, e também um outro objeto metálico em um formato muito estranho, mas que se encaixava no formato poligonal da caixa. Ao encaixar os 2 objetos, a caixa se destravou e as crianças encontraram um passe de laboratório lá dentro, igual ao que Carmen havia roubado de lá de dentro, com o nome pouco legível, mas a imagem era a do rosto do garoto que mostrou o caminho a elas, mas mais novo e limpo. Por instantes sentiram pena do rapaz, mas durou pouco, porque Lyanne notou que o passe tinha o formato exato para usar como cartão no tubo de vidro.

Colocando o passe o espaço, o fundo o tubo de vidro se soltou e abriu como um alçapão, revelando uma passagem de metal, por onde entraram e descobriram ser uma tubulação não usada do sistema de esgoto da cidade. Para um lado havia uma luz forte, e para o outro havia uma luz mais fraca. Seguindo para a luz mais forte descobriram a saída dos esgotos para a favela de Lighthalzen. Voltando para o grande tudo de esgoto, seguiram até a outra fonte de luz que, olhando para dentro, perceberam que certamente era uma entrada secreta para os laboratórios da Rekember!

Mosteiros gregos encantam turistas e desafiam a ciência

Publicado por Carol em 19 Fev 2009 | sob: No trabalho, Curiosidades

Ok, esse post é meio diferente mesmo. Eu estava navegando pelo Terra, e dei de cara com essa imagem aqui:

mosteiro 1 - mosteiro 1

Mosteiros de Meteora, Grécia.

Meteora, em grego, significa “rochas suspensas” ou “colunas do céu”. O nome já dá uma idéia de como é o lugar: rochas de arenito esculpidas pelo vento e pela água rasgam o horizonte na vertical, alcançando alturas de mais de 500 metros.

Segue abaixo a notícia completa:

“Engana-se quem vê a Grécia apenas como uma coleção de ruínas da época de Platão, ou como um amontoado de ilhas repletas de turistas cor de pimentão saídos dos navios de cruzeiro. Longe do litoral, os Mosteiros de Meteora intrigam visitantes do mundo todo com seus mistérios.

Meteora, em grego, significa “rochas suspensas” ou “colunas do céu”. O nome já dá uma idéia de como é o lugar: rochas de arenito esculpidas pelo vento e pela água rasgam o horizonte na vertical, alcançando alturas de mais de 500 metros.

Há cerca de mil anos, monges e eremitas buscaram refúgio no alto das gigantescas formações de rocha da Grécia central, a nordeste da planície da Tessália. Dessa migração, resultaram 24 mosteiros medievais, dos quais seis podem ser visitados.

O maior dos mosteiros é o Megalos Meteoros, erguido em meados do século 14 e hoje transformado em museu. A mais acessível das construções é o Agios Stephanos; já para alcançar o Agia Triada o visitante precisa cruzar um vale e seguir pela rocha acima. Completam a lista de construções Varlaam, Agio Nikolaos Anapafsas e Roussanou.

Além da vista de tirar o fôlego, nos mosteiros - ainda habitados - são encontrados manuscritos, coleções de cruzes e outros objetos litúrgicos, todos pertencentes à Igreja Ortodoxa Grega.

Até 1920, quando degraus foram esculpidos nas pedras, o acesso aos refúgios de monges e freiras era extremamente precário, feito por escadas amarradas umas às outras, enquanto redes eram lançadas para receber alimentos e objetos. É justamente esse o mistério que cerca Meteora. Cientistas ainda não conseguem explicar com precisão como conseguiram construir os mosteiros no alto dos picos, já que chegar lá é bem complicado. De acordo com a lenda, o monge pioneiro contou com a ajuda de uma águia para chegar mais perto de Deus. Hoje, basta pegar um ônibus em Kalampaka ou Kastraki. ”

Impressionante, não??

veja matéria original aqui e mais fotos aqui.

o/

bRO fanfic | Capítulo 30 – Somatologia: Passando pela segurança (parte 3)

Publicado por Lobo em 19 Fev 2009 | sob: dia a dia

Com os brinquedos no rosto, Yuki subiu nos ombros de Aristarco e as odaliscas ajudaram a colocar o jaleco de laboratório por cima dos dois, para dar a impressão de serem um funcionário. O plano tinha tudo para dar certo, embora Alisia não tivesse tanta certeza assim se funcionaria, que um funcionário de segurança nunca cairia em um truque desses. Por isso Kiara e Heika decidiram que iriam dançar ali perto do funcionário para tentar desviar parte da atenção dele e deixando, assim o funcionário falso passar. Carmen iria seguí-los usando sua furtividade, para dar alguma segurança aos dois.

Contrariando as expectativas da pequena cavaleira, o funcionário falso passou tranquilamente pelo primeiro guarda, pegou o elevador com outros funcionários que comentavam sobre as pequenas odaliscas que dançavam ali no saguão do prédio, que ainda ajudou a dupla a passar pelo segundo segurança, que estava no andar de baixo. Avistaram a entrada para o que parecia uma masmorra, exceto pela limpeza geral do local, guardados por um terceiro funcionário da segurança. Como parecia ser ali o destino deles, a dupla acenou para o segurança, que acenou de volta e pediu ao novo funcionário a credencial para poder entrar nos laboratórios de somatologia, como era de praxe ali. Como não tinham a credencial e acabaram tentando enrolar o segurança, sem sucesso, algum tumulto começou a se formar e uma agiatação começou a ocorrer, quando decidiram que deveriam voltar e pensar em um outro plano e liberar os funcionários credenciados quando Carmen, ainda furtiva nas sombras conseguiu aproveitar os portões abertos e entrou para o laboratório. A dupla voltou para seus amigos, e contou o que havia acontecido, e chegaram à conclusão que Carmen, que não havia voltado com eles, estava lá dentro escondida.

Carmen reapareceu junto ao grupo, que estava agora sentado do lado de fora do prédio almoçando algumas frutas e sucos. Contou a eles que havia andado um tempo pelos laboratórios, que eram um tanto sinistros pra ela, com grandes tubos vazios por todos os lados, e que também havia seguido um pesquisador que conversava com um colega sobre um ex-funcionário que havia sido demitido injustamente, mas que não havia o que fazer sobre isso, pois a Fundação era importante demais para que apenas um funcionário prestasse algum tipo de queixa. Mostrou a credencial de um destes pesquisadores, que ela furtara de seu bolso para uma segunda tentativa de entrar nos laboratórios. Lyanne achava que, se o ex-funcionário não tinha mais dinheiro por não ter mais salário nem ser um aventureiro, certamente estaria morando na favela ali ao lado, e que poderiam talvez conversar com ele para saber como entrar. Assim, decidiram que Yuki e Aristarco deveriam voltar aos laboratórios, agora com uma credencial verdadeira, e Carmen com eles, escondida, para ajudar caso houvesse alguma necessidade e que as duas odaliscas, a espadachim e a sábia iriam procurar pela favela pelo ex funcionário para pedir sua ajuda. É fácil de imaginar que Carmen e o funcionário falso passaram tranquilamente pela segurança do Laboratório de Somatologia. O único trabalho que teriam lá dentro é encontrar com seus amigos novamente, caso eles conseguissem realmente entrar no laboratório por alguma outra entrada.

Heika, Kyara, Lyanne e Alisia seguiram para a única entrada conhecida da favela de Lighthalzen, que era guardada por um policial armado da cidade. Apesar de Lyanne falar que seria fácil passar por um guarda congelado, Alisia argumentou que ele certamente teria alguma função de controle e, talvez, não fosse aconselhável atrapalhar o trabalho dele. Heika lembrou, então, que uma de suas danças especiais gerava efeito de sonolência ao seu redor, e que talvez pudessem passar mais facilmente por ele. Assim, Heika abriu seus braços e começou a dançar a impressionante “Cantiga de Ninar”, como era conhecia a dança mágica que forçava os oponentes a um estado de sonolência só de estar por perto da odalisca dançando. E assim o guarda, mesmo atento durante seu trabalho, começou a bocejar. E, aproveitando a distração, a outra odalica, a cavaleira e a sábia passaram por trás dele, fazendo o mínimo de barulho possível. Assim que terminaram de passar pelo posto de guarda, foi a vez de Kyara começar a dançar a “Cantiga de Ninar”, mantendo o guarda sonolento enquanto Heika terminava de passar por ele e cruzar os trilhos, chegando aos seus amigos.

Agora elas tinham que encontrar o ex-funcionário. Lyanne achou que dariam muito na vista se andassem perguntando para as pessoas nos morros, então resolveram que andariam por ali olhando o jeitão das pessoas, mas sem se separar. Juntas, mesmo sendo crianças, não seriam facilmente abordadas por ladrões ou qualquer outro perigo que uma favela poderia apresentar. E, de fato funcionou pois, como Alisia andava com sua enorme espada Muramasa desembainhada e olhando séria para qualquer pessoa que olhasse para o grupo, não foram efetivamente incomodadas por ninguém. Foi quando, um pouco mais ao sul da favela encontraram um morador com as roupas de empregado da Rekember, embora um tanto judiadas.

- Ora ora, o que fazem aqui, garotas? - perguntou o roto morador, com um sorriso malicioso no rosto.

- Estamos procurando por um ex-funcionário da Fundação. - respondeu Lyanne. - E, a julgar pelas suas vestes, acho que encontramos. Gostaríamos de uma informação.

- Sim, de fato eu sou ex-funcionário da maldita Rekember, o único que mora nesta favela luxuosa e bela. - respondeu com certo mal humor o ex-funcionário. - Mas estou ocupado agora, então dêem o fora.

- Por favor, só uma perguntinha, por favor, por favor… - começaram a insistir as duas mini odaliscas, rodeando o rapaz e falando juntas – só podemos falar com você, por favor, por favor… Queremos entrar no laboratório… por favor…

- Ah, parem!!! Parem!! Assim vocês me enlouquecem!! - gritou o ex-funcionário. - Ok, ok, eu ajudo!

- Oba!! - falaram as duas odaliscas ao mesmo tempo, pulando de mãos dadas.

- Mas tem um preço… Eu quero algo valioso de vocês… - falou com esgar o rapaz. - Eu quero… Vinte Jellopies!!!

As duas odaliscas pararam de pular na hora, sem entender direito o que ouviram. Lyanne também não sabia o que falar. Alisia colocou a mão em sua bolsa e tirou algusn fragmentos branco e reluzentes e mostrou à ele.

- Servem estes, por um acaso? - disse Alisia, esticando a mão enluvada cheia das pequenas cristalizações deixadas por monstros fracos.

- Perfeito! Era isso mesmo que eu precisava, garota! - respondeu sorrindo e de melhor humor o rapaz – Sinto-me rico novamente só de tocar neles… Mas tudo bem, vou cumprir minha promessa. Sigam-me.

O rapaz entrou no pequeno e rústico casebre à sua frente e, empurrando uma mesa para o lado, mostrou um alçapão no solo abaixo dela, indicando como a entrada para uma sala cúbica que possuia a entrada para o laboratório. Disse que a sala estaria uma bagunça, mas elas encontrariam facilmente a entrada para os laboratórios, já que conseguiram tão facilmente os jellopies. Lyanne agradeceu e, invocando uma chama que orbitava seu corpo para iluminar o corredor e seguindo a dianteira do grupo, entrou pelo alçapão, seguida pelas odalicas e por Alisia. Seguiram por um corredor até uma porta de metal que foi aberta por Alisia, a mais forte das quatro garotas, que ela mesmo fechou assim que as quatro entraram, deixando-nas fechadas em uma sala cúbica.

A sala estava bem iluminada por diversas lâmpadas presas no teto, e a sala era dividida até mais ou menos a metade por uma grande estante de livros. Do lado direito da sala havia uma cama desarrumada, com uma caixa e uma estante de roupas ao seu pé, ladeada por um gaveteiro de madeira pesada e escura. Na parede direita haviam muitos frascos e potes de poções, cheios de produtos químicos, ao redor de um quadro com um mapa desenhado, encimando a maior e mais bagunçada mesa que já existiu, quase totalmente coberta por arquivos, livros, papéis, pastas, potes e frascos. Ao fundo deste lado do quarto um enorme viveiro de vidro vazio que ia do chão ao teto, ladeado por 3 outros tubos mais estreitos, mas tão algos quanto, todos ligados a um aparelho que servia, provavlemente, para gerar energia, pelo que Lyanne imaginava. À esquerda da porta de metal havia um baú lotado de toras de madeira com um machado fincado em uma delas, mais uma estante de livros com um barril de madeira encostado à ela, e uma sala estilizada, formada pelas duas estantes, com duas poltronas rotas e uma mesa de centro com o que seria talvez um vinho velho e duas taças de vidro já foscas de sujeira. Aliás, o lugar todo cheirava a mofo e produtos químicos e, apesar de parecer abandonada, não estava muito suja. Talvez o morador aparecesse de tempos em tempos ali. Como não havia nenhuma outra saída desta sala, resolveram procurar por pistas ou passagens na sala.

Paraskavedekatriaphobia

Publicado por Carol em 13 Fev 2009 | sob: dia a dia, Curiosidades

Quem?

De novo, paraskavedekatriaphobia.

Ainda não deu. Quem diabos inventou essa palavra? E pra que diabos ela serve??

Segundo o uol (nesse link aqui), paraskavedekatriaphobia é o nome para o medo de sextas feiras 13.

Ok, pera… então medo de 6a feira 13 tem nome??? Pois é. Tem. E ele é praticamente impronunciável. Começa facinho no “paraska”, daí embola e sai um “phobia” no final.

Talvez quando terminar o post eu consiga falar isso. Ainda ta no “copia e cola”.

Porque escrever paraskavedekatriaphobia dá trabalho.

Mas vamos lá, continuando. Dá onde vem o medo de 6as feiras 13? Porque as pessoas dizem que ele da azar? Segundo esse link aí em cima, a superstição (bem mais fácil falar superstição do que paraskavedekatriaphobia heim) pode ter ido origem no dia 13 de outubro de 1307. Obviamente uma 6a feira. Dizem que nesse dia a Ordem dos Templários foi declarada ilegal e acusada de heresia pelo rei Filipe IV de França. os templários foram presos, torturados e executados por heresia. Põe azar nisso, não?

Uma segunda versão para o medo de 6as feiras 13, o maldito paraskavedekatriaphobia, é a hipótese de que Jesus Cristo tenha sido crucificado numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico. Óbvio que só aumenta a crença o lance das 13 pessoas sentadas à mesa na Santa Ceia.

A mitologia nórdica também dá pitaco na paraskavedekatriaphobia (vamos lá, mais uma vez, quase saindo a droga desse nome): histórias de banquetes onde 12 deuses foram convidados, e Loki, que não havia sido convidado, aparece e arma uma briga que acaba matando o favorito dos deuses, Balder. Ou seja, da Santa Ceia aos mitos nórdicos, convidar 13 pessoas para um jantar é a tragédia anunciada.

Ok. Agora a gente sabe da onde veio o medo. Mas por que diabos essa palavra???

Esse mesmo link aí em cima diz que paraskavedekatriaphobia é uma expressão grega (só podia ser, né?) que deriva da reunião das palavras: fobia, sexta-feira e treze. Ok, vou precisar de aulas de grego para entender essa parte. A fobia ta fácil de achar, mas alguém aí sabe qual correspondente grego para sexta-feira? ou treze? Tão mais fácil falar “tenho medo de 6as feira 13″ do que “sou paraskavedekatriaphobico”.

Fatos legais relacionados à 6a feira 13:
- Fidel Castro nasceu numa sexta-feira 13 em agosto de 1926
- Margareth Tatcher também, em outubro de 1925.

Qualquer semelhança é mera coincidência, não?

- As gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen também nasceram numa 6a feira 13. Em 13 de junho de 1986.
- Black Sabbath lançou seu primeiro álbum no dia 13 de fevereiro de 1970. Mas por essa a gente já esperava, não?

Agora, a melhor parte. Para a cultura celta, 13 é um número de sorte. Então 6a feira 13 é um dia de sorte. Para algumas “bruxas de plantão“, qualquer pedido feito honestamente, com o coração aberto, numa 6a feira 13, é atendido. Opa. Já vou preparar o meu então… *puxa a lista de pedidos importantes*

É isso! E você, já consegue falar paraskavedekatriaphobia? Eu ainda não. Muito menos sem ler. Mas uma última tentativa, vai… pa-ras-ka-ve-de-ka-tri-a-phobia. Deu? Vou sugerir essa palavra no próximo “soletrando” /mal

o/

bRO fanfic | Capítulo 29 – Somatologia: Entrando na Fundação Rekember (parte 2)

Publicado por Lobo em 12 Fev 2009 | sob: bRO Fanfic

O vento batia no rosto de Alisia. Ela raramente viajava de navios, então voar no aeroplano era uma emoção que jamais imaginara sentir. Ela estava debruçada na amurada do convés, olhando para baixo e vendo as florestas que tanto andou, os caminhos que trilhava e sentindo sempre o vento gelado em seu rosto que, se a congelasse ali mesmo, atestaria para toda a eternidade o que é uma criança saboreando o prazer de uma descoberta.

As outras crianças conversavam no convés, passada a agitação de sua primeira viagem de aeroplano, e estavam ouvindo a explicação de Aristarco de como era a entrada do prédio, e de como era a segurança que ele pôde sondar para a entrada dos laboratórios. Ele explicou onde era a entrada, que era um elevador simples na ala oeste do prédio, mas guardado por um funcionário de uniforme e ele tinha uma cara engraçada, com um enorme bigode branco cobrindo o nariz e boa parte da boca, e óculos grandes e pesados, que certamente não combinavam com um funcionário de segurança, mas ele parecia um tanto rigoroso, mesmo que não tivesse o ar mais esperto do local. Os funcionários e cientistas entravam todos por ali, provavelmente, já que não parecia ter nenhuma outra entrada ao redor do prédio.

O aeroplano começou sua descida para aportar em Lighthalzen, o que desagradou Alisia mas não estragou seu bom humor em absoluto. O sorriso dela era enorme, e a felicidade dela mal cabia em seu pequeno corpo. Ela comentava com todos sobre as hélices que direcionavam a embarcação, sobre o tamanho do balão que estava em cima, que soube pela Lyanne que era o que sustentava a embarcação no ar. E nessa falação toda as crianças desembarcaram no aeroporto, passaram pelo controle de saída e estavam na belíssima cidade branca. Mesmo Aristarco,que já estivera ali há poucos dias, se sentiu atordoado pela beleza da cidade, que não era ofuscado em absoluto pela existência de uma grande favela à leste da cidade.

Enquanto andavam em direção à entrada da Fundação Rekember, as crianças olhavam tudo ao redor, ao movimento constante de pessoas e aventureiros quando um enorme cavaleiro, montado em seu Peco Peco, apareceu em frente à eles.

- Olha, pequena sábia, tudo bem? - falou olhando diretamente para Lyanne.

- Ahn, olá, senhor cavaleiro. Tudo bem sim. - respondeu com ar de dúvida a pequena sábia, como que tentando reconhecer o estranho que estava à sua frente.

- Poderia encantar minha arma com a propriedade Água, por favor? - perguntou o cavaleiro, apresentando sua lança de uma mão.

- Desculpe, senhor, mas eu não sei fazer isso. Não estudei para ser uma sábia de suporte, mas de batalha.

- Eu posso fornecer o Cristal Azul que vocês precisam, por favor, encante minha arma! Eu sei que vocês sábios fazem isso. - falou o cavaleiro, esticando o precioso mineral e segurando sua lança em frente à garota.

- Senhor, ela disse não saber fazer isso… - começou a falar Yuki.

- Por favor, faça isso, não custará nada pra você! Seja legal! - insistiu o cavaleiro, começando a cansar Lyanne, que sempre tinha que passar por esta situação.

- Está bem, eu faço… - respondeu Lyanne, esticando as mãos e pegando o mineral azul-acinzentado das mãos do cavaleiro. - Então que você receba o gelo que tanto insiste. Rajada Congelante!!

Esticando sua mão esquerda, enquanto a direita segurava o mineral, Lyanne invocou o poder de congelar oponentes, congelando o cavaleiro e seu Peco Peco em um cristal de gelo, para espanto de todos.

- Lyanne! Você congelou o cavaleiro!! - falou quase assustada Kiara.

- Ah, ele estava enchendo já! - respondeu Lyanne, guardando a pedra em sua bolsa, dando de ombros para o cavaleiro congelado e voltando a andar. - As pessoas acham que só porque conhecem um sábio que faz isso todos tem que saber. Agora, vamos, que quero ver esse laboratório. E talvez assim o cavaleiro chato aprenda uma lição.

Passado o susto, Kiara e sua companheira Heika seguiram rindo a sábia, seguidos por Yuki, Carmen, Alisia e Aristarco, todos rindo, embora Alisia lamentasse o desfecho da situação, sempre alegando que ele apenas queria uma ajuda.

Seguindo pelos portões da Fundação, entraram no enorme prédio da empresa, todo iluminado e limpo, muito limpo. Aristarco conduziu suas amigas até a ala leste do prédio, e apontou onde ficava a biblioteca, alguns laboratórios simples e salas de lazer dos funcionários, no caminho para o elevador. Próximo a eles seguiam, na mesma direção, aparentemente, um grupo de funcionários e seguranças, conversando e um pouco alheios ao grupo de crianças ali presente. As crianças os deixaram passar na frente para confirmar a entrada e viram que, de fato, todos se dirigiram ao elevador que levava para os laboratórios, e todos comprimentaram o guarda da porta, o mesmo guarda que Aristarco descrevera no aeroplano. Lyanne tomou a dianteira do grupo e conversou com o guarda.

- Olá, seu guarda! Estamos estudando somatologia e gostaríamos de conversar com um dos cientistas que acabou de entrar, para ver quem poderia nos ajudar.

- Olá, jovem. - respondeu tranquilamente o segurança. - Sinto muito, mas somente funcionários podem entrar nos laboratórios. Sugiro que procurem a biblioteca para suas pesquisas. Ela se encontra no corredor à sua esquerda, na segunda porta.

- Ah, que pena. Mas muito obrigada assim mesmo pela informação. - respondeu desapontada a pequena sábia.

O grupo se afastou na direção da biblioteca para conversar sem serem ouvidos pelos seguranças. Precisavam ver o que fazer para passar pelo guarda. Congelá-lo como Lyanne fez com o cavaleiro? Provavelmente não adiantaria, pois deveria haver mais segurança nos laboratórios, e criar um ambiente hostil não era desejável. O que tornou as idéias de Carmen ainda menos bem-vindas, já que as técnicas dos Mercenários certamente eram violentas demais para a situação. Até que Heika comentou que achou engraçado que a maioria dos funcionários usava aqueles bigodes enormes e óculos pesados. Aristarco comentou que talvez fosse assim que o guarda reconhecia os funcionários, porque era realmente muito forte a presença desse esteriótipo. Assim ele e Yuki resolveram correr para o mercado da cidade para comprar óculos de brinquedo e bigode falso que o pequeno bruxo havia visto em sua visita anterior e Carmen, usando os poderes de furtividade de sua classe, entrou em um laboratório aberto e furtou um jaleco que um funcionário havia deixado pendurado em uma das cadeiras no horário de almoço.

Fanfic

Publicado por Lobo em 12 Fev 2009 | sob: bRO Fanfic

Pessoas, antes de mais nada, não se preocupem. Não parei a fanfic, nem tenho data para terminar. Aliás, tem ainda muita história a ser escrita.

Mas não postei ainda hoje pq não deu tempo de separar o capítulo que já escrevi em duas partes, pq ficou gigante, até pros meus padrões. Assim que eu separar eu postarei aqui, não se preocupem! E aí voltaremos à programação normal.

o/

Um edit rápido neste post: agora de manhã eu cortei onde precisava. Acho que era o sono. Então, sem mais delongas, mais um capítulo da fanfic! \o/
Mas agora preciso correr pra escrever, pq só tenho um pedaço de capítulo pra postar! /o\

Ajudinha

Publicado por Carol em 10 Fev 2009 | sob: dia a dia, Quentinhas do Terra

O Terra acabou com as quentinhas!! E o Mundo Bizarro do G1 é fraquinho!!
Eu to ficando sem noticias bizarras pra comentar!

Então se alguém por aí se deparar com alguma coisa extremamente ridicula, dessas que a gente não consegue não comentar, manda pra mim! Eu vou guardando e comentando^^

Idosa comemora 100 anos fumando, bebendo e comendo gorduras

Publicado por Carol em 10 Fev 2009 | sob: No trabalho, Quentinhas do Terra

noticia original aqui

“Olívia Franco da Silva comemora 100 anos nesta sexta-feira (14) desafiando os princípios estabelecidos do que se considera politicamente correto e necessário para alcançar a idade -fuma, bebe e segue uma dieta repleta de gorduras. (…)”

Vou imprimir e levar para meu endocrinologista na próxima consulta… E aí dele se reclamar do meu colesterol ou glicemia…

“Com um cigarro na mão e um copo de cerveja preta na outra, Olívia deve dançar uma valsa do centenário em festa realizada em Alvorada, no Rio Grande do Sul, onde não devem faltar suas comidas prediletas: toucinho, torresmo e morcilha.” (…)

Caramba, comemorar o centenário com um cigarro numa mão e a cerveja na outra é demais! É praticamente uma afronta!

“Filha de agricultores, ela trabalhou desde a infância na roça, plantando fumo em Santa Cruz do Sul. Hoje, é mãe de 10 filhos, com “uma fazenda de netos, bisnetos e trinetos”, e nunca ficou internada no hospital.”

Pelo menos ela não diz que o segredo para uma vida longa é a falta de sexo, como outras velhinhas por aí andaram falando…

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