Outubro 2008
Arquivo Mensal
Blog da Carol e do Lobo, pra quem gosta de ler e se divertir.
Arquivo Mensal
Publicado por Lobo em 30 Out 2008 | sob: bRO Fanfic
- Ressuscitar!! - gritou rapidamente Eliza, jogando uma gema azul no corpo-recém caído da arruaceira, enquanto Alice restabelecia os poderes divinos no grupo como um todo.
No que Miadra levantou-se, partiu para cima da Ilusão, tentando golpeá-lo com a adaga para distraí-lo, se preocupando em desviar de seus poderosos ataques, sendo constantemente auxiliada com curas e bênçãos de Alice, enquanto as arqueiras começaram a disparar flechas e usar todas as suas habilidades com arcos atacando e ferindo o enorme mago sombrio. Os falcões atacavam incessantemente o rosto e braços da Ilusão, e esta não conseguia aparentemente se concentrar para lançar seus feitiços. O Justiceiro tinha acabado de guardar suas pistolas e posicionar sua enorme metralhadora à sua frente, e começado a andar mais para a lateral do grupo, mirando no monstro e começou a girar a manivela de ação de sua arma. Um estrondo impressionante começou a ecoar na Abadia, fazendo vibrar os bancos próximos e acertando numa velocidade superior até à das arqueiras com balas de prata o monstro.
Vendo que o monstro cedia, mas ainda estava lutando, Agent Error parou de atirar e puxou algumas moedas de seu bolso, jogando-nas pra cima e, assim que caíram em sua metralhadora, gritou para todos se afastarem e invocou suas habilidades:
- Ataque Gatling!! Resistência Final!!
Instantaneamente as moedas que ele havia jogado para cima foram absorvidas pela sua arma e a velocidade e potência dos ataques aumentou de forma drástica, parecendo invocar uma trovoada tamanho o barulho que fazia. A Ilusão virou-se para o Justiceiro e tentou se aproximar para atacá-lo, mas a violência do ataque deste era tamanha que ele foi prensado contra uma parede e, em poucos segundos, caiu no chão, inerte, deixando uma fumaça negra onde estava e o cheiro acre no ar de seu desaparecimento. Agent Error, então, apoiou sua metralhadora no chão, que fumegava e, apoiando-se nela, olhou para os companheiros com um olhar divertido.
- O barulho compensou, não, arruaceira?
Miadra estava atônita olhando para o Justiceiro e para sua arma, de boca aberta. O restante do grupo também olhava com um misto de admiração e espanto pela cena que haviam presenciado. Embora não tenha sido o único ataque que a Ilusão sentiu, definitivamente tinha sido o ataque mais poderoso que já haviam presenciado. Aisha, mesmo ainda espantada pela cena, recompôs o grupo.
- Bom, realmente compensou, mas temos que lembrar que ainda estamos na Abadia de Glast Heim, e que temos que voltar para Prontera o quanto antes para tentar compreender o que aconteceu aqui com Elenna e Dorei. Irmã, se puder nos levar de volta para a capital, precisamos da ajuda de algum sábio para entender o que pode ter acontecido aqui.
Alice pegou outra gema azul e soltou no chão, invocando o portal que teleportaria o grupo de volta para Prontera. Assim que todos entraram e deixaram para trás o ar pesado da Abadia e sentiram o ar fresco e a atmosfera iluminada de Prontera respiraram aliviados, como se houvessem voltado a respirar novamente.
Alice disse que voltaria para a Catedral relatar o ocorrido para o Bispo Thomas, junto de Elizabetti e de Kurai, enquanto Miadra, Agent Error e Aisha ficaram narrando o acontecido para Gabi, Dorobou e Dark Alice, que estava agora sentada ao lado da alquimista, conversando e, visivelmente, sendo inteirada dos acontecimentos. Ao ver a Atiradora de Elite, a sábia levantou para ouvir os relatos, demonstrando genuíno interesse na história.
- Sabe, Aisha, eu acho que podemos descobrir onde está a sacerdotisa e seu marido. Se me der um tempo, preciso ir até a biblioteca aqui da cidade procurar algum material, mas acho que tenho alguma idéia do que pode ter acontecido durante o ataque da Ilusão. Mas deixe-me primeiro pesquisar mais. Qualquer novidade eu avisarei. - disse a sábia, dirigindo-se em seguida em direção à área central da cidade, para as bibliotecas de Prontera.
- Irmã, acho que agora só nos resta esperar a volta da Alice e da Dark. - falou Gabi, já mais calma. - Sente-se aqui e descanse, para recuperar suas energias. Tome este suco de uvas e mel que eu preparei para vocês. Vamos dormir hoje aqui em Prontera, pois daqui será mais fácil ir para qualquer ponto do reinado.
- Esta bem, Gabi, vamos aguardar. Agora vou analisar os vestígios que encontramos para ver se encontro alguma pista que seja útil. - disse Aisha, pegando o tecido e os pedaços de broquel que Miadra entregou à ela.
No final do dia, Aisha e Gabi foram para a estalagem de Prontera, na região central da cidade, depois que Dark Alice falou que precisava ir até Juno para continuar a pesquisa, pois encontrou indícios do que pode ter acontecido, e voltaria amanhã perto da hora do almoço com o que tinha descoberto. Alice havia relatado ao Bispo sobre a Ilusão, mas não havia nenhuma novidade ainda sobre o paradeiro de Elenna ou Dorei. As duas aventureiras se ofereceram para continuar a procura pela sacerdotisa, que Aisha aceitou e agradeceu oferecendo a elas um quarto na hospedagem como agradecimento pela ajuda, assim poderiam se encontrar logo cedo na manhã seguinte.
Publicado por Lobo em 24 Out 2008 | sob: bRO Fanfic
O portal realmente se encontrava muito próximo à entrada da Abadia de Glast Heim. A cidade continuava a mesma aos olhos dos guerreiros. Suja, escura como se fosse noite eterna, e com o ar carregado de sons e sussurros indecifráveis. O grupo demonstrou logo que chegou ser bastante coeso nas ações, indo para posições que ela sequer precisou indicar a cada um, assim que entraram pelas pesadas portas de madeira da Abadia.
Miadra seguia à frente, andando com cautela, seguida por Alice, que constantemente a provia das graças divinas a que tinha acesso como sacerdotisa de suporte, seguida de perto pelo Justiceiro, que segurava sua enorme arma de fogo presa às costas, com uma moeda em sua mão, mas olhando sempre à sua volta. Aisha, como a maioria das pessoas, não sabia o que um Justiceiro podia fazer, mas sabia que eles eram excelente combatentes, rivalizando com caçadores em poder de fogo a distância. E, como não conhecia armas de fogo, não sabia dizer se ele estava realmente pronto para a ação. Mas ele parecia atento. Um pouco atrás deste seguia Elizabetti, dando suas graças ao Justiceiro, à Kurai, que flanqueava o grupo à direita, e a Aisha, que flanqueava à esquerda, cada uma com seu falcão já em vôo na Abadia, procurando os alvos para suas mestras. Todos seguiam em silêncio, exceto quando era necessário invocar os poderes de cada um.
A Abadia era escura, iluminada por uma luz etérea que vinha do céu nos grandes buracos no teto da Abadia. O cheiro da morte impregnava as narinas dos aventureiros, e as enormes pedras vermelho-escuro que ainda estavam de pé e davam forma à Abadia não ajudavam a amenizar o clima. O chão estava todo quebrado, mas era possível ver que certamente fora ricamente adornado. Logo que saíram do corredor de entrada da Abadia, viram a enorme nave, que era visivelmente maior que a Catedral inteira de Prontera. Os bancos da nave estavam revirados e quebrados, e havia nas laterais da nave uma saída para cada lado da enorme construção, dando para áreas mais internas. Para a direita era possível chegar ao Cemitério de Glast Heim, onde de tempos em tempos aparecia um enorme e perigosíssimo monstro, o Senhor das Sombras. Era um monstro com poder comparável ao de um arquimago de alto nível, e era acompanhado de um séquito de Ilusões dele mesmo com poder comparável a bruxos. Era uma criatura poderosa demais para o grupo que ali se aventurava, mas não era esse seu objetivo. Precisavam revirar a nave da Abadia para procurar alguma pista, algum vestígio do que havia sido relatado pelo noviço.
Adentrando mais a nave, Kurai notou que alguns dos enormes bancos estavam não apenas quebrados, mas aparentemente esmagados, e chamou a atenção de Aisha, que averiguava os bancos do lado esquerdo.
- Aisha, creio que estes bancos sofreram um ataque de grande poder de pressão. Talvez até calor, pela forma que estão manchados os ladrilhos embaixo deles. - sussurrou a caçadora.
Aisha abaixou-se ao lado de Kurai, examinando os relatos e confirmando que Kurai provavelmente tinha razão. Aisha invocou o poder de Atiradores de Elite da Visão Real, para aumentar seus sentidos e corpo a limites sobre-humanos, e analisava cuidadosamente o local quando ouviu passos arrastados vindos do lado esquerdo e direito da nave e fez sinal para que o grupo ficasse de prontidão. Quando ia se levantar, reparou que embaixo de um dos bancos havia um pedaço de roupa de seda rasgado e preso ali, e pedaços de um broquel que precisavam ser analisados, mas não havia tempo.
Miadra viu o primeiro Druida Maligno chegando pela esquerda e correu em sua direção, jogando uma pedra encontrada no chão com o intuito de cegá-lo ou atordoá-lo. O Druida sentiu o ataque, mas não se abalou. Suas vestes sombrias e rasgadas vagamente avermelhadas ornavam com seu visual de carne apodrecida e seu livro negro que carregava aberto em sua frente. Atrás dele seguiam dois cadáveres animados, Carniçais que se arrastavam na direção do grupo. Quando Miadra chegou perto do Druida, começou a atacá-lo com sua nova adaga, esquivando habilmente de seus ataques, mas os Carniçais iriam certamente atrapalhá-la. Nisso o Justiceiro pegou a moeda que estava aparentemente brincando desde que entrou na Abadia e disparou com um veloz movimento de sua mão na direção do primeiro Carniçal, que automaticamente cambaleou para trás com a força do impacto, enquanto o outro se virou para encarar o Justiceiro. Antes que qualquer um pudesse prever, o Justiceiro puxou duas pistolas que estavam escondidas sobre seu casaco e começou a disparar repetidamente no Carniçal que avançava em sua direção, em uma velocidade impressionante.
Enquanto isso, Kurai se levantou e começou a disparar rapidamente flechas no Druida que se aproximava da direita, e se movendo constantemente para evitar os ataques dele, enquanto seu falcão atacava furiosamente o rosto do monstro, o atrapalhando e ferindo. Aisha se levantou e carregou uma flecha de prata em seu arco, retesando o máximo possível a corda de seu Gakkung, e disparou uma flecha que atravessou o Druida e acertou em cheio os dois Carniçais que o acompanhava, causando danos devastadores nos três monstros. Em seguida apontou apenas para um dos Carniçais e começou a disparar flechas no Druida, quando seu falcão mergulhou do céu e chocou-se com o Carniçal apontado por sua mestra com tamanha força que o chão pareceu tremer, enquanto o monstro se tornava uma massa disforme de carne morta frente ao ataque do falcão. Kurai disparava agora duas flechas por vez, com violência contra o Druida, enquanto Aisha carregava o segundo Disparo Certeiro, que pegaria o Druida e o segundo Carniçal.
As sacerdotisas ficavam atentas a todos os movimentos, curando e provendo de bênçãos os guerreiros, impressionadas com a velocidade com que os monstros eram derrotados pelos guerreiros. No momento que as arqueiras derrotavam o Druida e viraram para se livrar do último Druida, que estava em embate com Miadra, viram que além dos dois carniçais terem sido mortos pelos ataques das pistolas do Justiceiro, este começava a atirar no Druida que estava com Miadra. Ele possuia uma mira comparável à delas, e nenhum tiro passava perto o suficiente de Miadra para distraí-la, e todos os tiros iam diretamente para o Druida Maligno, que tentava agora conjurar alguma magia no grupo, mas não podia pelos ataque incessantes de Miadra e do Justiceiro, que gritou para Miadra se afastar e disparou, de repente, rajadas poderosas com as pistolas, que ecoavam como trovões com rajadas de tiros que ele agora dava ferozmente, derrotando de vez o Druida.
- Bom, acho que agora acordamos todos os mortos. - falou Miadra – Mas, apesar de barulhento, você é bom, Error. Estou um pouco surda, mas impressionada!
- Obrigado, mas devo alertá-las que minhas pistolas são bem mais silenciosas que a metralhadora. Mas garanto que a utilidade dela compensa o barulho que farei.
- Muito bom, amigos. Mesmo. Agora me dêem cobertura que acho que encontrei indícios interessantes aqui no local que Kurai indicou. - disse Aisha, como que para evitar a conversa em um local tão perigoso quanto aquele.
Aisha abaixou-se de novo com Kurai, e pegou o pedaço das vestes de seja que encontrou ali e, cheirando e analisando o tecido, chegaram à conclusão que era das vestes de Elenna, e que o broquel possivelmente era o que ela ou o Dorei estariam usando, e que fora quebrado. Miadra pegou estes indícios e guardou em sua bolsa, para analisarem mais tarde, em Prontera. Nisso Eliza falou, levantando um ursinho de pelúcia que achou no chão:
- Nossa, que ursinho mais fofo! Como isso veio parar aqui, e parece tão novinho.
- É do carrinho de Dorei – exclamou Miadra. - Foi a Elenna que colocou esse ursinho para enfeitar o carrinho dele. Deixe que eu guardo comigo, sacerdotisa!
Nisso ouviram um som que parecia de um véu dançando no ar, e sussurros com uma voz macabra vindos do fundo da nave, detrás de um grande órgão quebrado. No que se viraram para lá, firam um enorme monstro que flutuava de braços abertos em cima de uma sombra que formava um pentagrama de energia, que levantou o braço e fez cair uma poderosa rajada elétrica em Miadra, que estava mais próxima a ele, derrubando-na morta instantaneamente.
Publicado por Carol em 24 Out 2008 | sob: Quentinhas do Terra
Só pra contradizer o Gabi, que disse que eu não tenho postado tanto, eu vou postar hoje também!!
Mas não se animem muito com a notícia não! Porque ela não é tão legal! Com uma manchete dessas, eu esperava uma noticia muuuuito mais bizarra e divertida. Enfim, se quiserem, dê um olhada aqui!
Como eu estava dizendo, quando eu entrei no Terra um dia desses e me deparei com essa manchete, eu acho que surtei por uns 5 minutos… várias cenas Disney na minha cabeça! Inclusive com elefantes cor-de-rosa, vestidos com tutús cor-de-rosa, daqueles que meninas de 5 anos de idade usam para fazer aulas de balé. Aliás, elefantes sentados, com um celular na mão, mandando sms para os guardas florestais… “estou chegando perto da cerca”, “Boa noite!”, “estou com fome… traga amendoins” entre outras frases iam aparecendo na minha cabeça.
Enfim… a noticia em sí foi um banho de água-fria na minha imaginação…
“O Quênia é o primeiro país a experimentar o uso de mensagens de texto enviadas por elefantes como forma de proteger tanto a crescente população humana do país como os animais selvagens para os quais, diante do crescimento populacional, resta menos espaço para circular livremente.
A corrida para salvar Kimani começou cerca de dois anos atrás. O Serviço de Proteção à Fauna do Quênia já havia se visto forçado, relutantemente, a abater cinco elefantes da reserva natural que vinham se recusando a abandonar seus ataques contra as plantações, e Kimani é o último dos animais que tinham por hábito conduzir esse tipo de ataque. O grupo conservacionista Save the Elephants queria determinar se seria possível levá-lo a abandonar seus padrões de comportamento.
Por isso, colocaram um chip de telefonia móvel SIM na coleira de Kimani e criaram uma “geocerca” virtual em torno da reserva, usando um sistema de posicionamento global que reproduz os limites dessa área. Sempre que Kimani se aproxima desses limites virtuais, o chip instalado em sua coleira envia uma mensagem aos guardas.
Eles já interceptaram o elefante 15 vezes desde que o projeto foi iniciado. Antes acostumado a deixar a reserva quase todas as noites em suas incursões, há quatro meses Kimani não se aproxima dos campos de um agricultor.”
É, a minha versão da história seria muuuuuuito mais divertida…
Fazer o que, né?
Publicado por Lobo em 24 Out 2008 | sob: dia a dia
Bom, gente, não esqueci que hoje tem fanfic para postar!
Mas estamos ambos correndo tanto que não deu tempo ainda. Mas tá vindo!!!
Podem notar que nem a Cá tem postado tanto! Mas estamos aqui!
Publicado por Carol em 20 Out 2008 | sob: No trabalho, Quentinhas do Terra
Veja noticia completa aqui!!
“Um ladrão chamou a polícia ao perceber que, no banco de trás do veículo que havia furtado, dormia um menino de cinco anos, durante a madrugada de hoje, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Segundo informações do portal Zero Hora, ele ligou para a Brigada Militar informando onde abandonaria o carro.
O veículo pertencia a um casal que, segundo o Zero Hora, estavam em um bar na hora do furto. O policial que atendeu à ocorrência chegou a afirmar que o ladrão teria reclamado da irresponsabilidade do casal. “Ele ligou com um tom de indignação pelo absurdo da criança estar sozinha dentro do carro àquela hora”, afirmou Cláudia Crusius, delegada do 2º DP, onde o boletim de ocorrência foi registrado. ”
É, não se pode nem mais roubar carro sossegado hoje em dia, não?
“O ladrão furtou o veículo, um Monza azul 1983, por volta das 2h, no centro de Passo Fundo. Ao perceber a presença do menino, ele ligou para o 190 e informou que deixaria o carro na Rua 7 de Agosto, 488, no bairro Operário. No boletim de ocorrência não consta que o ladrão tenha levado algum objeto de dentro do veículo. ”
Acho que não dá pra saber o que me deixa mais indignada… os pais deixarem o menino no carro, ou o ladrão ficando indignado porque os pais esqueceram o menino no carro…
“A polícia ainda não encontrou o ladrão. “A princípio, vamos ter que apurar a situação. Mas, pelo insólito da situação, eu já adianto que não vou pedir a prisão”, disse a delegada.”
Eu heim… sem comentários…
Publicado por Carol em 17 Out 2008 | sob: No trabalho, Quentinhas do Terra
ver notícia completa aqui
“Vários bodes foram contratados pela prefeitura de Los Angeles, nos Estados Unidos, para limpar uma encosta de ervas daninhas e arbustos, para que ali se possa construir um arranha-céu.
Os bodes são uma opção menos nociva ao meio ambiente do que usar máquinas a gasolina, que poluiriam o ar. Também é uma opção mais barata, que custa menos da metade do que custaria se operários e máquinas fossem usados.”
É, não se fazem mais cortadores de grama como antigamente… Agora além de se preocupar com o desemprego devido à modernização dos sistemas, à tecnologia e às políticas de imigração, os antigos cortadores de grama americanos estão competindo com BODES por emprego. Isso mesmo! Imagina só, o cara chegar em casa e avisar a mulher e a família que foi demitido porque seu chefe resolveu colocar 3 bodes em seu lugar…
É cada coisa…
Publicado por Lobo em 16 Out 2008 | sob: bRO Fanfic
Obi-Wan nunca vira a líder da guilda ficar preocupada daquela forma. Ele nunca imaginou que Aisha pudesse ficar preocupada a tal ponto que isso ficasse claro para qualquer um. Provavelmente ninguém imaginaria que a Atiradora de Elite pudesse demonstrar qualquer sinal de nervosismo, mas ele viu algo que ninguém presenciara: Aisha derrubou seu arco ao ouvir a notícia de Alice.
- Como sumiram, Alice? Quem falou? Eles não estavam caçando? Foi aquele imbecil daquele ferreiro, certamente! - começou a falar rapidamente Aisha, sem se incomodar em demonstrar a preocupação que estampava seu rosto.
- Recebi agora a informação da Igreja. Eles não conseguem contactar Elenna de jeito algum, e a guilda dos Ferreiros não faz idéia de onde está Dorei, mas eles não pareceram preocupados. A última notícia que a Igreja tem é que eles foram até Glast Heim para uma missão, mas não voltaram e já faz um bom tempo que eles foram para lá. Vamos, o Bispo Thomas tem mais informações para nós. Ele pediu para que procurasse ajuda. - disse Alice, apontando a entrada da Igreja, e acenando para o domador de Pecos que sempre ficava ali por perto.
- Estranho mesmo – entrou comentando Obi-Wan – já que Elenna costuma fazer suas viagens sempre rapidamente, desde que casou com o jovem Dorei. Não sei se terei como ajudar, mas vou escutar o que o Bispo tem a dizer.
Assim que Aisha acenou para seu falcão que esperasse do lado de fora, os três entraram na Igreja, que era toda construída de grandes pedras escuras e pesadas, ornada com grandes vitrais coloridos, mostrando cenas épicas dos deuses em seus combates divinos. Dentro a igreja era iluminada pela luz que vinha dos vitrais e por grandes candelabros no teto. Eles seguiram poucos metros pela entrada da nave, e entraram em um claustro à esquerda, ondem encontraram a Irmã Cecília, sempre à entrada do claustro, que indicou silenciosamente o fundo da sala, onde ficava o Bispo Thomas, sempre com olhar sereno e esperançoso.
- Ah, cara Alice, vejo que encontrou o valoroso sacerdote Obi-Wan, e também sua irmã Aisha. Sejam bem vindos, irmãos. Infelizmente, as notícias que tenho não possuem a capacidade de demonstrar minhas boas vindas. - falou com a voz calma e límpida digna de um bardo o Bispo Thomas.
- Que a paz divina o acompanhe, Bispo Thomas – falaram Alice e Obi-Wan ao mesmo tempo.
Alice acenou com a cabeça o Bispo, mas nada falou, e ficou a um canto a espera. Nunca se sentira muito confortável na Igreja, a achava fechada demais, e algo a inquietava sempre que estava neste tipo de ambiente claustrofóbico.
- Bom, pela expressão de sua irmã, Alice, vejo que já a informou dos últimos acontecimentos. Então creio que realmente podemos ir direto ao assunto, para que nossa irmã de cabelos verdes possa ir para o ambiente aberto, que tanto a agrada. – disse o Bispo, ao que Aisha respondeu com um leve sorriso no canto do rosto – A missão que irmã Elenna foi designada era investigar o surgimento de uma Ilusão do Senhor das Sombras na Abadia de Glast Heim. Acredito que vocês saibam que o Senhor das Sombras e seu séquito de Ilusões costuma aparecer apenas na área do cemitério, mas ao que parece uma das Ilusões adquiriu consciência e agora ronda livremente a Abadia da cidade maldita. A última informação que tivemos, vinda de um noviço que os acompanhava e que agora se encontra enfermo no castelo, sob supervisão médica, é que eles encontraram a Ilusão, mas que ela era poderosa demais para o ferreiro e para a sacerdotisa, e estes desapareceram durante a chuva de meteoros que a Ilusão usou assim que os encontrou. O noviço conseguiu teleportar de volta para Prontera, assim que o ataque começou, mas chegou muito ferido, e não conseguiu dar maiores informações. Talvez vocês precisem voltar lá para tentar encontrar alguma informação no local. O noviço disse que eles estavam na nave principal da Abadia quando encontraram a Ilusão, e que Dorei a atacou assim que a viu, gritando para que todos tomassem cuidado.
- Bispo, se a Ilusão era tão poderosa, porque enviou apenas dois aventureiros e um acompanhantes, e não um grupo de aventureiros mais bem preparado? - retorquiu Aisha.
- Guerreira, infelizmente não havia como imaginar que apenas uma Ilusão poderia ter tal poder de ataque, e nem mesmo se ela existia de fato. Era uma missão de reconhecimento apenas, mas creio que não havia forma de prever que seria assim tão poderoso o ataque de uma Ilusão. De qualquer forma, acredito que seja necessário encontrar mais aventureiros para os ajudar a descobrir o que houve.
- Iremos, então, verificar por nossa conta – respondeu quase em um resmungo Aisha, que se dirigiu à saída do claustro.
- Muito obrigada, Bispo Thomas, e desculpe minha irmã. Vamos investigar e traremos informações sobre a Ilusão, se a encontrarmos durante nossa viagem. - respondeu Alice – Vamos, Obi-Wan, acho que vou precisar de ajuda para domar o espírito de Aisha agora, que está possessa.
- Não se preocupe, - respondeu o Bispo Thomas – mas creio que Obi-Wan não possa ajudá-la, pois preciso de sua ajuda como um sacerdote de combate. Desculpe. E diga a sua irmã que não fico ofendido com a atitude dela, ela é uma guerreira de espírito forte, isso acontece. Vão em paz, e que as graças de Odin os acompanhem.
Alice sorriu e fez uma leve mesura ao Bispo, acenou para Obi-Wan e saiu do claustro atrás de Aisha. A encontrou do lado de fora da Igreja, olhando para o céu e vendo seu falcão voar no céu azulado de Prontera.
- Irmã, vamos precisar de ajuda, se esse monstro conseguiu derrotar Dorei e Elenna. Vou convocar quem eu puder da Duality, mas precisamos de ao menos mais uma sacerdotisa para nos acompanhar. - disse Aisha assim que viu Alice saindo da Catedral.
- Vou ver quem pode nos acompanhar. A encontro perto da Kafra norte de Prontera, como sempre, certo? E eu memorizei um portal de teleporte para Glast Heim, próximo à entrada da Abadia, então temos como ir rapidamente para lá. Até já, irmã. E não se preocupe, tudo ficará bem.
- Eu sei que sim, irmãzinha. Elenna é muito competente e, apesar de tudo, Dorei é um guerreiro excelente. Por isso precisamos de ajuda. Onde quer que eles estejam, vamos até lá buscá-los. Nem que tenhamos que ir até Hades! - Aisha deu um abraço rápido em Alice e se separaram.
Aisha foi para o norte de Prontera, onde encontrou Dorobou consolando Gabi, que estava chorando em seu ombro, e encostado em um canto o calado Justiceiro conhecido como Agent Error. Sentada pouco ao lado deste estava Miadra, acariciando o Corujito de Gabi, que não parecia saber o que estava acontecendo. O clima era pesado no momento.
- Gabi, não chore. Sei porque está chorando, mas estou convocando quem puder para me ajudar a investigar onde está nossa prima, e nem Thor poderá nos impedir de encontrá-la. Acho que esta aventura em Glast Heim será um pouco pesada para você neste estado, então você fica aqui esperando nossa volta, tudo bem? - disse firmemente Aisha para sua irmã mais nova, mas com olhar calmo.
- Está bem, irmã. – disse Gabi entre soluços – Vou preparar poções para todos, mas vocês vão precisar de ajuda. Querido, você pode ficar aqui comigo? - disse Gabi, virando para o arruaceiro que estava a abraçando e fazendo carinho em sua cabeça naquele momento.
- Ótimo, Gabi. Dorobou, fique aqui com ela, pois ela vai precisar de ajuda. E depois vocês vão me explicar que história é essa de querido. - disse Aisha com um quase sorriso no rosto. Agent e Miadra, vocês podem nos ajudar? Ao que tudo indica, o que enfrentaremos agora pode estar acima das minhas capacidades.
Miadra levantou-se e correu para o sul de Prontera, gritando que iria apenas comprar um item que certamente os ajudaria, e que voltaria em instantes, enquanto que um silencioso Justiceiro acenou com um movimento de cabeça que iria com eles, e virou-se para a funcionária Kafra próxima, solicitando alguns carregadores de munição de prata que ele possuía em seu armazém.
Miadra voltou do sul de Prontera com uma reluzente adaga, que emanava um brilho suave e enfeitiçante ao mesmo tempo que Alice chegava da Catedral com duas garotas. Uma era uma sacerdotisa de longos cabelos claros, presos na base por um laço azulado, com o rosto altivo e expressão relaxada, usando uma dourada diadema de Fricca, adornada com uma pedra azulada na fronte, e uma caçadora de cabelos pretos e presos, com um olhar simples e jovial, usando uma simples e bem desenhada Coroa de Abelha Rainha.
- Aisha, deixe-me apresentá-la a sacerdotisa Elizabetti, que disse que nos acompanhará até Glast Heim, e sua inseparável amiga Kurai Tsuki. São aventureiras como nós, e eu já as inteirei do que aconteceu. - disse Alice ao chegar aonde estavam seus companheiros.
- Muito prazer em conhecê-las, e muito obrigada por nos ajudar em nossa perigosa missão! Procurarei pagar pelos seus serviços assim que retornarmos da cidade… - começou a falar Aisha, quando foi interrompida pela sacerdotisa.
- Não há necessidade de nos pagar, senhorita Aisha. Quando soubemos o que houve, sabia que deveríamos ajudá-la, sem hesitar um momento. Família é algo sagrado, e não podemos dizer não a um pedido de socorro de uma família com problemas, certo, Kurai? - disse a sacerdotisa virando para a caçadora. - E, por favor, me chame de Eliza.
- Se nos oferecer novamente dinheiro por isso, nem vamos ajudá-la, Aisha! E, depois, o prazer em conhecê-la é nosso, já que já ouvimos falar de você em outras ocasiões. Então vamos juntas ajudar como pudermos! Meu arco está à sua disposição, cara Atiradora!
- Então realmente preciso compensar de alguma forma a ajuda que estão me oferecendo. Nem que seja festejarmos juntas a volta de minha amada prima, assim que a encontrarmos! - disse Aisha, finalmente relaxando um pouco a expressão ao ver o auxílio chegando.
- Aisha, estamos prontos. - falou Miadra ajustando seu broquel no braço esquerdo e verificando o fio de sua nova Adaga Sagrada – O mudinho aqui do lado parece que está pronto também. Aliás, bem pronto! O que é isso em suas mãos, Error?
- Não sou mudo, arruaceira, apenas não tenho muito a dizer. E isto em minhas mãos e uma metralhadora, que esteou carregando agora com munição de prata, já que vamos enfrentar mortos-vivos. - respondeu o Justiceiro, enquanto manejava a enorme arma de fogo de seis canos com uma facilidade que nem parecia que a arma era muito pesada. - Podemos partir assim que a líder desejar.
- Então vamos, amigos. Peguem com Gabi Poções Brancas e vamos para a cidade maldita. - disse Aisha, enquanto carregava sua aljave com flechas de prata. - Irmãzinha, não se preocupe que voltaremos logo.
Alice pegou uma Gema Azul e a soltou no ar, conjurando o portal que conduziria o grupo à Glast Heim. Um a um os guerreiros entraram no portal, começando por Aisha, sendo seguida por Miadra, Elizabetti, Kurai, Agent Error e Alice, cada um suprido de poções brancas da alquimista que, após terminar de produzir e distribuir as poções deitou-se no colo de Dorobou, que voltou a consolá-la.
Publicado por Lobo em 14 Out 2008 | sob: Curiosidades
Bom, nem sempre blogueiros falam sobre ciência e religião como deveriam, e ainda salpicando um pouco de política para dar um gosto bom, mas este aqui conseguiu.
Esse Daniel Piza sabe escrever sobre o assunto, e este post é muito bom. Foi a Carol que achou e me mandou, para comentar, mas realmente não tem muito o que comentar, apenas ler. Então clica no link lá em cima (ou este aqui, se estiver com preguiça) e dê uma lida, pq vale a pena.
Ele começa agradecendo ao fim da "era Bush", ou à eminência do fim, e torce para que o conservadorismo pragmático que assola a humanidade suma com ele, ao menos nos EUA. E aí passa sobre os escritores/cientistas, o que é bem legal, novamente.
Para quem gosta de ciência, é um bom link. Para quem gosta de religião, mas tem a mente aberta, o link também é bom.
Abraços lupinos.
o/
Publicado por Carol em 13 Out 2008 | sob: dia a dia
… mas ainda com o pé pra cima!
Pra quem não ficou sabendo, na 2a passada, eu levei um mega tombo. Na rua. Na hora do almoço. Na frente da padaria!!
Nem vi o que aconteceu, quando eu percebi estava estatelada no chão, sem conseguir encostar o pé no chão…
Bom, resumindo, não quebrei nem trinquei o pé, apesar do terrorismo feito pelo médico do pronto-socorro… Foi só uma torção. Feia, mas só torção. Fiquei uma semana em casa com o pé imobilizado, e ontem tirei a tala e agora estou só com ele enfaixado. E uma muleta. Pra não colocar muito peso no pé ainda…
Acho que vai ser uma semana assim… *sigh*
Semana loooooonga….
Beijo! o/
Publicado por Lobo em 09 Out 2008 | sob: bRO Fanfic
O ambiente úmido não era dos mais acolhedores, mas isso não atrapalharia a missão do trio que adentrava a caverna subterrânea da ilha Byalan, próxima à costa de Izlude. Era um contraste forte com a atmosfera que estavam até pouco tempo atrás.
Annie estava conversando novamente com seu homunculus, que tinha recebido o carinhoso nome de Gosmúnculus pelo seu espirituoso marido Obi-Wan. Era óbvio para a alquimista que o nome tinha surgido como uma brincadeira para divertir o filho deles, o pequeno ferreiro Hans, mas no final, Annie tinha gostado do nome.
- Está vendo, filho, o que acontece quando se brinca de criar vida? - disse com ar divertido o alto Sacerdote, com o cabelo curto balançando com o vento que fazia e impulsionava a embarcação que tomaram na cidade satélite de Prontera, Izlude, em direção à ilha Byalan. - Agora sua mãe conversa mais com essa gosminha do que conosco! Não que não seja impressionante a arte que ela aprendeu com a prima dela, mas agora ela fica mais tempo com ele do que conosco.
- Não é verdade, pai! - respondeu o elétrico garoto, que estava procurando algo em seu bagunçado carrinho. - É só agora! Ela está sempre conosco, caçando, viajando. Não exagera, vai!
- Eu sei, filho. - respondeu Obi, passando a mão nos cabelos rebeldes de seu filho. - Olhe ali nosso objetivo! A ilha Byalan! Sabia que ela tem o formato de uma caveira, quando se olha do alto? Dá pra ver direitinho quando se pega o aeroplano em Izlude.
Annie levantou-se, colocou seu homunculo em seu organizado carrinho e olhou para onde apontava o sacerdote.
- Precisamos pegar o aeroplano novamente, amor. - falou docemente a alquimista. - Assim podemos viajar para outros lugares, como a cidade de Lighthalzen, que você quer tanto conhecer!
- Tem toda razão, Annie! Iremos assim que conseguirmos completar a missão que sua prima nos confiou.
- Qual é mesmo a missão, pai? - questionou Hans
- Já esqueceu, filho? Temos que capturar o poder de um Fen nesta carta para ela. - Obi-Wan tirou de dentro de seu robe branco de inquisitor uma carta em branco, com o poder de aprisionar o poder de monstros. - Assim ela poderá melhorar sua capacidade de execução das habilidades divinas. Diferente de mim, que me especializei em conjurar rapidamente, ela precisa deste poder para não ser interrompida em seus pedidos.
Assim que aportaram na ilha, a família se dirigiu à funcionária Kafra que se encontrava na ilha, pegaram algumas poções e estocaram nos carrinhos e foram em direção à entrada da caverna, do outro lado da ilha.
E assim encontraram-se em um ambiente úmido, fechado, um tanto abafado. Os monstros que lá habitavam eram apenas os pequenos Kukres, rápidos e ansiosos por coletar qualquer objeto derrubado em seu caminho, alguns Planctons, que se moviam graciosamente pelos caminhos que a água fazia cortando a caverna, e algumas Marinas, que deslizavam tranqüilamente, mas que Hans sempre fazia questão de atacar, apenas para mostrar como ele estava evoluindo seu poder. Foram seguindo o caminho das águas que seguiam cada vez mais para dentro da caverna, que era iluminada por tochas que aumentavam ainda mais o calor abafado do local.
Ao chegar na parte mais funda da caverna, deram de cara com algumas Obeaunes, que estavam como que aguardando a chegada de novos aventureiros. Elas eram parecidas com mulheres da cintura para cima, mas da cintura para baixo pareciam mais peixes e, apesar de se arrastarem na terra, eram surpreendentemente rápidas para a maioria dos aventureiros que chegavam desavisados e cansados da viagem. Ao ver esta recepção, Obi-Wan rapidamente invocou o poder divino da barreira em si e sua família, e invocou os prodigiosos poderes divinos que conhecia, para aumentar a capacidade de combate do trio, enquanto seu filho invocava o poder da velocidade ao manejo de armas, atiçando a adrenalina em si e seus pais.
Assim que as Obeaunes pularam em cima do sacerdote, que se protegeu com seu broquel e a tirou de cima dele, notaram que este sacerdote não era como outros que ali chegavam, e que podiam apenas se manter vivo. Este desceu com a outra mão uma maça de guerra coberta de espinhos numa velocidade tal que esta nem pode escapar. Obi-Wan era um sacerdote de batalha, que usava os poderes divinos para aumentar sua capacidade de combate, e sabia manejar muito bem qualquer clava, sua especialidade. Ao seu lado, tanto sua mulher quanto seu filho usavam manguais pesados encantados com Vento, forjados pelos maiores ferreiros de Rune Midgard, que aumentavam o poder de ataque contra as criaturas da caverna, predominantemente encantadas com a propriedade Água.
Graças às habilidades conjuntas do sacerdote, da alquimista e do pequeno ferreiro, o combate contra as criaturas foi rápido. Mas ainda assim ajudou a os lembrar que a missão não era algo simples como um passeio em Geffen, mas que era uma missão em um lugar potencialmente perigoso, e que Obi-Wan, mesmo sendo um Sacerdote poderoso, não era especializado em suporte, não podendo sustentar por tanto tempo um grupo sem esgotar energia divina rapidamente. Felizmente sua esposa era uma alquimista, e possuía a habilidade de arremessar poções em seus companheiros e aumentar a efetividade destas. Ou seja, além de poder doar parte de sua energia para seu marido, podia também utilizar esta habilidade para manter sua família viva e seu marido sempre podendo usar suas habilidades divinas.
Os três seguiram andando por entre as ilhotas da caverna, que se formavam pelo grande acúmulo de água no fundo, unidas por pontes velhas e apodrecidas. Seguiam na direção do túnel de entrada para a parte alagada da caverna, onde havia um portal de entrada que encantava qualquer um que ali entrasse com a habilidade de se locomover e respirar debaixo d’água como se estivessem em um ambiente seco. Nunca se soube como este poder funcionava, nem quem havia o conjurado ali, mas se sabia que ele existia. E, para poder enfrentar os animais aquáticos, os três tinham que absorver este poder, que funcionava apenas dentro da caverna.
O portal ficava na maior ilhota da caverna, e com uma escadaria que os levava para as profundezas da caverna. Os três passaram pelo portal, onde sentiram a presença da magia, e desceram a escada do portal. Entraram completamente na água, e continuaram a respirar normalmente, e Obi-Wan renovou os poderes de todos, assim como seu filho renovou as habilidades típicas de ferreiros de batalha, e que seus pais usufruíam também.
Novamente uma recepção de monstros os aguardava, mas desta vez não eram simples Obeaunes, mas Peixe-Espadas e Cavalos-Marinhos, que possuíam habilidades de combate comparáveis a um bruxo experiente. E assim começava uma batalha pela sobrevivência e pela caça aos simpáticos Fen, animais dóceis que habitavam aquelas profundezas. Graças às habilidades combinadas da família, os combates eram sempre a favor destes. As habilidades de Obi-Wan eram complementadas com seus equipamentos, que possuíam poderes especiais adquiridos através das cartas como a que ele estava caçando, que davam a ele poder superior ao que ele teria apenas com sua roupa do corpo. Além de uma carta muito especial, presente de Dorei, que tinha uma igual em seu enorme machado de duas mãos. Era uma carta com o poder de um Injustiçado, um assassino morto que vaga nas prisões de Glast Heim, e que permitia ao usuário da arma com esta carta se utilizar da habilidade Lâminas Destruidoras de um assassino.
Enquanto se aprofundavam na caverna, sempre atacando os monstros que os atacavam, e caçando os Fen, em busca daquele que poderia doar seus poderes para a Carta de Obi-Wan, a família foi notando que cada vez mais o local parecia ser uma antiga civilização. Haviam construções caídas, portais com desenhos estranhos em diversos pontos do fundo. A caverna era muito maior do que imaginavam. Enquanto estavam olhando com mais cuidado um dos portais de pedra, viram um grande vulto se aproximando mais do fundo, vindo na direção deles. Seu corpo era azulado, humanóide e visivelmente forte, com a metade inferior do corpo era coberta de escamas, e ele carregava um enorme tridente dourado nas mãos, combinando com a cor de sua longa barba e seus cabelos. Ao ver o que era, Obi-Wan gritou, como eu um aviso:
- STROUF!!! - em seguida abriu sua mão em palma na direção do monstro marinho e disse: Lex Aeterna!!
Obi-Wan tentou invocar o poder divino do silêncio, para que seu oponente não pudesse utilizar suas habilidades especiais, mas não conseguiu. Neste momento o Strouf levantou sua mão livre e invocou dos céus uma tempestade de raios em cima do sacerdote que ficou bastante ferido. Neste momento Annie deu dois passos largos pra frente e girou o seu pesado carrinho na direção do monstro, aproveitando o movimento para tentar derrubar o monstro, enquanto seu filho fazia o mesmo. Conseguiram empurrar o monstro pra trás, que ficou visivelmente irritado, brandindo seu tridente na direção da alquimista e do pequeno ferreiro, os lançando para trás com violência, embora a proteção divina de Obi-Wan tenha os salvado de um ferimento que certamente teria sido fatal. Enquanto se reequilibrava, Annie atirou uma Poção Azul em seu marido, seguida de uma Poção Branca, para que ele recuperasse tanto seu poder mágico quanto seu vigor físico. Com isso Obi-Wan pode se curar e recriar a barreira divina em sua família, enquanto Hans investia furiosamente contra o enorme Strouf, que revidava cada ataque com estocadas de tridente, que Hans esquivava sempre no último momento. Em seguida os pais se juntaram ao combate feroz que se iniciava.
Em dado momento do combate, quando tudo parecia estar correndo bem, outro Strouf apareceu no local, de dentro de uma das construções, e começava a cercar a família, que teve que se separar para evitar o pior. Hans e sua mãe permaneceram atacando o primeiro Strouf, enquanto Obi-Wan se virava para acertar o segundo, que chegava. E, no momento que o sacerdote começava a se defender dos ataques de tridente, uma flecha atravessou o peito do primeiro Strouf, atingindo em cheio o rosto do segundo, que tinha acabado de derrubar Hans com uma forte estocada no peito, fazendo ambos urrarem de dor.
- Obi-Wan, volte para ajudar sua família, que eu cuido deste aqui!! – gritou Aisha, que vinha correndo do fundo da caverna, e colocava duas flechas em seu arco, atirando-as ao mesmo tempo nas costas do primeiro, que se virou para atacá-la.
- Obrigado, Aisha! – Obi-Wan deu dois passos pra trás para refazer sua proteção divina enquanto Annie corria para o substituir n combate contra o segundo Strouf.
Aisha disparava seqüências de flechadas enquanto seu falcão, voando na água com a mesma graciosidade que voava nos céus, atacava furiosamente o rosto do oponente da Atiradora de Elite. Obi-Wan aproveitou o momento de troca de oponente que sua esposa havia criado no segundo Strouf para recuperar uma gema azul de suas vestes e a usou para ressuscitar seu filho, que voltou com o mesmo vigor para a batalha. Agora as coisas ficariam mais fáceis com o auxílio da líder da guilda, que disparava flechadas tão poderosas que atravessavam o Strouf que ela atacava e atingiam o Strouf que atacava a família. O homunculo de Annie saiu de dentro do carrinho de sua mestra, circulou por um momento Aisha e começou a ajudá-la em seu combate, mostrando que era tão capaz de atacar quanto o falcão da guerreira de cabelos verdes.
Enquanto travavam o duro combate, próximo à Aisha apareceu Alice, com uma expressão que era um misto de apreensão e alívio, vindo provavelmente por teleporte ou portal.
- Aisha, finalmente a encontrei! Preciso de sua ajuda com uma certa urgência! - falou apressadamente Alice, com a voz um pouco trêmula.
- O que houve, irmã? - perguntou preocupada Aisha, enquanto terminava de matar o Strouf que estava lutando com ela, e vendo que a família de Obi-Wan estava terminando o seu.
- Entre no portal, vamos para Prontera, pois preciso de sua ajuda! Obi, se vocês puderem ir também, preciso da ajuda de quem puder! - Alice falou, enquanto pegava uma Gema Azul e atirava ao chão da caverna para abrir o portal para Prontera.
Assim que po portal abriu, Annie pegou seu filho pelo braço e entraram no portal, seguidos de Obi-Wan, Aisha e Alice, selando o portal atrás de si antes que algum monstro os avistassem.
Já em Prontera, Annie juntava os itens encontrados na caçada e guardava com a atendente da Corporação Kafra, enquanto Obi-Wan e Aisha conversavam com Alice, andando em direção à Catedral de Prontera.
- Aisha, Elenna e o Dorei sumiram! - disse Alice, assim que chegaram na porta da Catedral.