Setembro 2008

Arquivo Mensal

Demorei…

Publicado por Carol em 12 Set 2008 | sob: dia a dia

… mas consegui voltar a postar!
Até acabarem as eleições, eu não prometo nada!

Beijos!! o/

Banco inglês troca senha malcriada de cliente

Publicado por Carol em 12 Set 2008 | sob: No trabalho

Veja noticia completa clicando aqui

“Um cliente do banco inglês Lloyds TSB que havia escolhido “Lloyds é uma porcaria” como seu código de acesso para realizar transações bancárias pelo telefone teve sua senha trocada para “não é não” por um funcionário do banco.
Steve Jetley, que mora na cidade de Shrewsbury, ao norte da Inglaterra, escolheu a senha que criticava o banco depois que teve um problema com um esquema de seguro de viagens associado a sua conta.
Ele descobriu que sua senha havia sido alterada quando tentou usar o serviço bancário pelo telefone e a funcionária afirmou que o código oferecido pelo cliente não era compatível com a senha registrada no sistema do banco.
Ao pedir para que a funcionária trocasse novamente a senha para a original, “Lloyds é uma porcaria”, teve seu pedido negado com a alegação de que o código não era “apropriado”.
“Perguntei a ela se era do ‘porcaria’ que eles não tinham gostado, então ofereci trocar para ‘Lloyds é um lixo’, mas eles também não aceitaram”, disse Jetley.
Apesar disso, o cliente fez ainda duas tentativas que foram novamente negadas pelo banco. Jetley tentou “O Barclays é melhor” fazendo referência ao nome de outro banco inglês mas o funcionário negou o pedido afirmando que a senha precisava ter apenas uma palavra.
Foi então que o cliente pediu para que sua senha fosse “censura”, mas o banco novamente recusou alegando problema com o número de caracteres da palavra.
Segundo Jetley, ele ainda está tentando encontrar uma senha apropriada para as regras do banco.
Em um comunicado, o Lloyds se desculpou ao cliente e afirmou que os funcionários envolvidos não trabalhavam mais para a empresa.
“É decepcionante que o cliente tenha sentido a necessidade de expressar sua irritação com nosso serviço dessa forma. Os clientes podem ter qualquer senha que escolham e não é nossa política permitir que os funcionários alterem os códigos sem a permissão do cliente”, diz o comunicado. ”

Impressionante, não? Que mundo é esse que você não pode mais nem escolher sua senha bancária em paz…

Tsc tsc tsc…

Beijos o/

ps. essa noticia não é do Terra! É da BBC!! ;)

bRO fanfic | Capítulo 7 – 0 coração de um deus e a morte da guerreira

Publicado por Lobo em 12 Set 2008 | sob: bRO Fanfic

Assim que chegaram em Payon, foram para leste da cidade, onde ficava a cabana delas, e ali Aisha e Elenna começaram a discutir sobre as implicações do que Gabi havia falado. Já Gabi, absolutamente cansada, foi direto pra cama, se entregando para seu tão aguardado sono.

Elenna contava para Aisha o que conhecia dos escritos de Ymir, que certamente estava aquém do que Gabi havia lido. Chegaram à conclusão que somente lendo mesmo o livro de Ymir poderiam levar a cabo a busca da informação que tanto havia despertado o seu interesse. Afinal, certamente elas mereciam o reconhecimento. Isso Aisha sabia em seu íntimo, embora Elenna não demonstrasse o mesmo interesse no reconhecimento eterno que Aisha. Elenna foi deitar no quarto de Alice, onde sempre dormia quando estava lá, e Aisha foi sentar do lado de fora da casa para cuidar de seu falcão. Algo a fazia sentir a falta dele naquele momento, uma espécie de saudade sem sentido. Aisha passou longos momentos brincando e conversando com seu falcão antes de ir dormir.

Aisha acordou com os primeiros raios de luz que entraram em seu quarto, e se arrumou sem demora para a viagem para Juno. Pela primeira vez em sua vida não sabia o que deveria levar para a viagem, já que não estava saindo para caçar, e sim para estudar, algo que nunca havia feito em sua vida. Encontrou com Elenna penteando os cabelos de Gabi, que estava com uma cara de quem havia dormido muito, e estava ainda acordando.

- Que raro ver você com sono, irmãzinha. Não dormiu à noite? - perguntou Aisha para a sonolenta alquimista.

- Pois é, irmã. Não dormi muito bem. Acho que preciso começar logo meus ensaios, pois não consigo parar de pensar nisso. Mas estou acordada o suficiente. Já tomei uma poção amarela para ajudar a repôr minhas energias e começar minhas misturas.

- Pronto, Gabi, seu cabelo está arrumado - falou Elenna - Pode ir fazer suas misturas agora, que Aisha e eu vamos para a cidade dos Sábios. Assim que conseguirmos alguma informação vamos contar pra você, não se preocupe.

- É bom mesmo, priminha. Senão teria que torturá-la para que você me contasse o que você entendeu do que está escrito lá e o que mais vocês descobriram.

Se despedindo com abraços, Elenna e Aisha entraram no portal conjurado pela sacerdotisa e apareceram na praça central de Juno.

Juno era uma cidade austera. Parecia estar eternamente no outono, com suas ruas marrom-acinzentadas e suas casas e grandes edifícios de pedra. O vento que batia ali era constante, já que a cidade flutuava acima da terra, ligada à esta por uma grande passarela conectada ao terreno montanhoso característico dos dos arredores da cidade.

Indo para a Academia dos Sábios, as primas comprimentaram o funcionário que cuidava do grande livro, e Elenna começou a ler. A passagem do livro aberto contava sobre as Valquírias, e sobre como alguém poderia transcender a si mesmo, se abraçasse o renascimento que estas ofereciam, mas somente os verdadeiros guerreiros seriam aceitos. O caminho para o Hall das Valquírias seria encontrado pelo coração de Ymir.

Sem saber exatamente o que isso queria dizer, Elenna e Aisha foram buscar o que poderia ser este coração de Ymir, já que, segundo Aisha, "o coração de um deus não deveria ser algo palpável, nem poderia permanecer vivo fora de um corpo". Elenna foi pesquisar na biblioteca da Academia, e Aisha foi para fora, para curtir o ar fresco e pensar no que queria dizer aquilo tudo.

Aisha sentou-se em um banco perto da Academia, pensando no que Elenna havia lido e Gabi havia contado, enquanto fazia seu falcão atacar um pequeno roedor que havia atraído sua atenção. De súbito, Aisha dirigiu-se à funcionária Kafra de Juno e depositou em seu armazém seu arco, sua aljava de flechas, suas luvas e todo o equipamento que possuía consigo, ficando apenas com as roupas do corpo. Feito isso, voltou para a academia e, logo que viu a entrada, parou e olhou para seu falcão.

Elenna havia lido alguns livros e havia chegado a uma conclusão, e queria conversar com sua prima a respeito. Guardou os livros que havia em sua frente e dirigiu-se à saída da Academia, quando viu Aisha esticando o braço com o falcão e ele voou para cada vez mais alto e longe.

Quando Aisha se aproximou de sua prima, estava com o semblante sério de sempre, mas Elenna tinha certeza de ter visto uma lágrima se formando em seu olho.

- Ele vai ficar bem, prima. Não se preocupe. - disse Elenna.

- Eu sei, prima. Não me preocupo com o destino dele, ele é inteligente o suficiente. - olhando uma vez mais para o céu, Aisha entrou na Academia.

Começaram a andar nos inúmeros corredores que existem no lugar, sempre bem iluminados, embora nenhuma tocha ou fonte de luz fosse visível. Após andarem algum tempo, encontraram um caminho em espiral do outro lado de uma porta feito de pedras azuladas, em contraste com as pedras marrom-acinzentadas do restante do caminho.

Descendo por ele, chegaram a uma sala também azulada, com um grande artefato metálico no meio, que emitia uma forte energia, embora não fosse possível dizer o que era. Aisha se adiantou e chegou perto das runas místicas que flutuavam ao redor do artefato e, ao encostar nele, viu um clarão e sentiu como se sua vida houvesse se esvaído de uma vez, sugada pelo artefato…

É o fim do mundo!!!

Publicado por Lobo em 10 Set 2008 | sob: dia a dia

Minha vez de comentar notícias. E, como sempre, o link é este!

Bom, então teremos o teste do Big Bang. Hora de colocar o acelerador de partículas que existe embaixo da França e da Suíça pra funcionar e destruir umas partículas. Aí, com isso, descobrir que o átomo não só é uma partícula divisível, como descobrir que todas as partículas indivisíveis que o formam também são divisíveis! \o/

Mas não vim aqui comentar a experiência em si. Até pq eu espero que descubram mais e mais coisas. Ciência é legal, e deve continuar sendo seguindo em frente.

Agora vamos ao verdadeiro perigo que isso representa: o mini buraco negro que vai se formar pela experiência. Ok, na verdade, é um temor que as pessoas tem. Quem teria medo disso? Aliás, porquê ter medo de um buraco negro no planeta? Pode acontecer? Bem, até onde eu sei, não seria bem um buraco negro em si, já que este se forma em condições bem especiais, e envolve uma grande quantidade de matéria… Um pouco mais que a massa do nosso querido Sol.

Agora, e os grupos dos Seguidores Divinos da Verdadeira Palavra Divina do Deus Divino pra falar que os cientistas estão de novo tentando brincar de ser deus? Cadê os ativistas ambientais do Greenpiece (escrevi assim de propósito) para se amarrar nas árvores contra a criação de buraco negro em uma área que pode matar milhares de inocentes árvores? Se tudo indica que é o fim do mundo, cadê os apocalípticos de plantão? Se nem eles estão falando nada sobre o assunto, pq diabos as pessoas ficam pensando nesse tipo de perigo?

Esses humanos…

Bom, me despeço ouvindo, profeticamente, Apocalyptica - Life Burns

o/

Editando para colocar mais links interessantes.

Este aqui fala mais do apocalipse e tem outras explicações legais. Mas o que eu mais gostei deste artigo é a forma que hádrons e prótons (entre outros) são chamados!!
Esta aqui tb é legal! Hawking destrói!!!

Nhá!

Publicado por Carol em 09 Set 2008 | sob: dia a dia

Estou sem idéias para escrever… Até achei alguma coisa interessante no Terra, mas deu uma preguiça…
Resolvi deixar pra outro dia!

Beijos!

bRO fanfic | 6 – O encontro com as irmãs e as novidades

Publicado por Lobo em 08 Set 2008 | sob: bRO Fanfic

Gabi acordou cedo no dia seguinte. A excitação do dia não havia diminuído nada! A idéia de criar uma vida que pudesse estar com ela compartilhando suas experiências era algo muito forte. Terminando de se lavar e, ainda com estes pensamentos em mente, Gabi virou para sua Lunático:

- Calma, querida. Não vou te abandonar nem esquecer você. Mas eu não tenho como treinar você para lutar por mim, simplesmente você não foi feita pra isso, fofinha.

Gabi terminou de se arrumar, desceu para o saguão do Hotel e acertou suas despesas. Realmente era um hotel muito luxuoso, e ela resolveu que merecia esse luxo. Gabi sempre gostou de sua casa em Payon, sempre gostou de viver em contato com a natureza mais selvagem, mas o luxo da cidade da República era algo muito mais compatível com sua natureza vaidosa.

Pensando em sua casa em Payon, que ela dividia com suas irmãs Aisha e Alice, Gabi lembrou-se do que Aisha e sua prima Elenna estavam conversando sobre sua evolução estes dias. Sobre o quanto elas haviam aprendido, o quanto haviam avançado no caminho do conhecimento e lembrou-se de algo que tinha lido em um dos livros que entrara em contato.

Resolveu voltar para Juno antes de ir para Al de Baran, pois tinha sido ali que havia lido algo sobre evolução. Lembrava que envolvia o reconhecimento divino de grandes heróis, e que as Valquírias, espíritos guerreiros de Odin, sabiam como recompensá-las. Não entendia muito bem como pode ser a evolução máxima de um herói, mas tinha que verificar isso para aquelas que eram suas maiores amigas. Assim sendo, foi para o aeroporto pegar o aeroplano para Juno.

Era sempre gostoso voar no aeroplano. Agora que sua mente estava mais centrada, pôde curtir a vista aérea que proporcionava este fantástico invento símbolo da República, e sentir o vento agitando seus cabelos. Sentia-se livre e feliz. Leve até, levando em consideração a quantidade de coisas que corriam em sua mente.

Assim que chegou em Juno, Gabi correu direto para a Academia dos Sábios, e seguiu para o fundo, onde havia encontrado um funcionário que estava mostrando um grande livro, apoiado em um pedestal. O livro era uma cópia do Livro de Ymir, que contava a história de grandes heróis, suas façanhas, suas recompensas. Aquilo fazia algum sentido pra ela, mas certamente faria muito mais para Elenna, e talvez até pra Aisha, embora esta não fosse versada nas artes das letras. Lendo o livro, Gabi procurou memorizar cada passagem para passar para suas primas. Deixou uma doação para a Academia para manter a cópia do livro em condições de ser manuseada, e saiu para o centro da cidade. Lá pegou um transporte via teleporte com a funcionária Kafra para Al de Baran.

Chegando na cidade, Gabi dirigiu-se para a guilda dos Alquimistas. Lá encontrou alguns de seus velhos colegas também em suas pesquisas com homunculus, alguns inclusive com alguns embriões em tubos. Aquilo era absolutamente excitante, ao ponto que quase se esqueceu de sua missão com suas irmãs. Lembrando de sua missão paralela, comprou o equipamento e os itens necessários para suas experiências, e partiu para Prontera, onde certamente encontraria uma delas.
Novamente aproveitando a competência da corporação Kafra, Gabi teleportou-se para a capital do Reinado e seguiu para o norte da cidade, onde o pessoal da guilda se encontrava. E lá encontrou Elenna conversando com um rapaz ruivo com um arco nas mãos, que certamente era o arruaceiro Dorobou, e um outro rapaz de cabelos longos escuros e roupa preta, com algo nas mãos que ela reconheceu de imediato: uma metralhadora. Ela tinha ouvido rumores sobre aquela fantástica arma de fogo, algo que no Reinado nunca ouvira falar, mas que aparentemente uma das cidades da República havia desenvolvido. Tentando ainda se focar na missão, chegou ao lado de sua irmã e seus companheiros:

- Olá Elenna! Que bom te encontar aqui e bem acompanhada.

- Ah, olá Gabi! Olá Carolzita! – disse, abaixando para pegar no colo a Lunático – Saudades dessa pelugem branca. Lembra do Dorobou?

- Ora ora, se não é a alquimista mais bela que eu conheço – disse Dorobou, tomando a mão de Gabi entre as suas e a beijando suavemente. – Há quanto tempo não a vejo, Gabi. Anda lendo muito, suponho.

Gabi, corando com o jeito de Dorobou e corando duplamente ao ver uma rosa eterna em suas mãos sem saber como ele havia colocado entre elas tão rápida e suavemente, respondeu, gaguejando:

- Co… como esqueceria meu fornecedor mais fiel? E o mais galanteador, devo dizer. – respondeu sorrindo. – Ahn… e quem seria nosso novo amigo, Elenna?

- Apressada hoje, prima? Nem me deixou apresentar nosso novo amigo. Ele é da cidade de Einbroch, e diz ser um…

- Aventureiro – cortou com olhar firme, mas calmo o rapaz de cabelos escuros. – Sou um aventureiro que gosta de uma boa companhia e muitos alvos. Costumam me chamar de Agent Error.

Gabi comprimentou o Justiceiro com um aceno de cabeça, um pouco intimidada com a atitude direta dele, mas não ofendida. – Prazer em conhecê-lo, Agent Error. Me chamo Gabi, e sou prima de Elenna…

- E faz as mais saborosas poções e beberagens que conheço – emendou Dorobou, piscando para Gabi. – Uma alquimista de primeiríssima linha, embora não muito conhecida. O que, aliás, sinto-me muito grato, já que não gosto de concorrência. Gabi, tenho muitas coisas de seu interesse em meu armazém, todas à sua disposição. Aliás, tudo a sua disposição. – completou, com ar meio irônico.

- Espero que sejam apenas itens e outras mercadorias não vivas, arruaceiro.

A voz surgiu de trás de Dorobou, que só não reagiu rapidamente pois notou na hora pela voz e pelo tom que era a única pessoa que ele não conseguia despistar ou enganar.

- Claro que sim, querida e amada líder. Certamente não achou que eu tinha alguma outra coisa em mente com sua prima além de negócios, não, Aisha? – disse Dorobou, dando um passo para o lado para deixar a alta caçadora de cabelos verdes, sempre presos em trança, passar.

- Irmã, era você mesmo que eu queria ver, além da Elenna! – disse Gabi, quase pulando de alegria por ver sua irmã. – Tenho grandes novidades para vocês duas, além de muitas coisas para contar a quem quiser ouvir. Pode vir desta vez, Dorobou…

Gabi não completou sua frase, pois Dorobou não estava mais ali para ser visto. Ela nunca conseguia dizer quando ou como ele ia embora, mas sabia que era o estilo dele, e que poucas pessoas conseguiam encontrar ou perceber um Arruaceiro se este não quisesse. Mesmo que Aisha pudesse seguí-lo, não fez nenhuma menção de procurá-lo.

Mesmo não tendo seu amigo de cabelos cor de fogo por perto, Gabi relatou o que leu sobre as Valquírias, sobre os heróis e sobre tudo o que leu em Juno, na Academia. Mesmo cansada de todas as viagens, Gabi conversou até altas horas da noite com Aisha e Elenna, mesmo depois que o Justiceiro havia saído para suas aventuras. Sentia-se cansada apenas fisicamente, pois foram muitas viagens e muito tempo lendo, mas sua mente estava trabalhando muito rapidamente, e sem se cansar.

Findo o relato, Elenna ficou pensando sobre tudo o que Gabi havia falado. – Aisha, querida prima, precisamos ir até a cidade flutuante para que eu possa ler sobre isso para nós. Gabi – virando para a alquimista – acredito que você pode não ter entendido tudo o que estava no livro pois estava com sua mente centrada nesta forma de vida nova, e provavelmente porque não atingiu ainda sua capacidade máxima. Sei que sua vida não é fácil, mas não é algo que precise ficar triste.

- Prima, em nenhum momento eu me arrependo da minha escolha. O fato de eu não mais poder utilizar magia me deixa com um pouco de saudades do que eu conseguia fazer, mas posso usar outros artifícios, quando quero usar a magia, e também não é mais meu caminho. E, depois, com minhas novas descobertas, não vou mais ficar pra trás nas aventuras, pois, como falei, tenho como voltar para o campo de combate com um novo amigo, que vou criar assim que puder. Mas acho que vou descansar, pois estou realmente cansada agora. Acho que podemos ir pra casa agora, né? Poderia nos levar para lá, Elenna? - disse Gabi, entregando uma gema azul para Elenna.

- Será um prazer! - pegando a gema azul das mãos de Gabi, Elenna esmagou-a em suas mão e, invocando o seu poder divino, soltou o fino pó no chão, formando um círculo azulado, um portal de teleporte direto para a cidade dos arqueiros, Payon, e entrou assim que as duas meninas entraram nele.

Com medo de roubo, mineira deixa recado em carro

Publicado por Carol em 06 Set 2008 | sob: Quentinhas do Terra

Mais uma do Terra! A noticia completa você encontra aqui!

“A administradora de empresas Flávia Alcântara, 34 anos, moradora do Bairro Santa Tereza, na região leste de Belo Horizonte, encontrou uma forma diferente para evitar que o carro dela, um Fiat 147 ano 1984, entre para as estatísticas de carros roubados das grandes cidades brasileiras.
Nos vidros do veículo, ela afixou cartazes com as seguintes frases: “Seu ladrão, favor não roubar; carro sem bateria; carro sem estepe, carro problemático, obrigada pela atenção”.”

Pois é! O que as pessoas não fazem para desestimular roubo de carros!! E ela ainda avisa: “olha, se você roubar, vai acabar deixando o carro na outra esquina viu, porque não tem bateria, e aliás, o tanque deve estar na reserva a uns 3 meses…”

“”Eu coloquei as placas justamente para chamar a atenção. Estou apenas evitando o esforço do ladrão que vai roubar um carro que não sai do lugar”, afirma. No inicio deste mês, um “gatuno” tentou roubar o automóvel, mas depois que viu que o recado fazia sentido, “ele deixou dentro do carro uma nota de um real. Deve ter ficado com dó de mim,” explica.”

Ok!! Eu não sei o que é pior… ter o carro roubado, ou descobrir que tentaram levar o carro, mas como ele era um autêntico “piece of junk”, o ladrão, com pena, deixa uma nota de um real no lugar…

“O veículo chama a atenção de todos que passam pelo local. “As pessoas acham que é brincadeira e todos debocham”. Mas o apego pelo carro é tão grande que Flávia afirma não vender o veículo por nada. “Tenho o ‘fitinho’ há quatro anos. Os pneus estão carecas, a bateria está sem carga e o estofado rasgado, mas não vendo ele de jeito nenhum. Quero ele aqui até que eu consiga arrumá-lo,” afirma.”

Lol!! Vender por quanto? 30 reais e dois passes de ônibus?? Quem vai comprar um carro que nem ladrão rouba??

“”Apesar de ser um ladrão, ter essa profissão, ele é um ser humano, a gente tem que ter respeito por ele. E também porque o recado avisa do esforço desnecessário que o ladrão vai fazer para roubar este carro desse jeito”, conclui.”

Claro! Agora ladrão virou profissão! E respeitada! Daqui a pouco, ladrão vai ter carteira registrada também, receber férias e 13o, FGTS, e ter direito a seguri desemprego quando o policiamento ostensivo impedir a prática da profissão… Era só o que me faltava…

Tinha que ser o Terra mesmo, não??

Beijos, se der tempo, eu posto alguma coisa domingo… vou ter que trabalhar mesmo… ;)

O que ta faltando?

Publicado por Carol em 05 Set 2008 | sob: No trabalho, Quentinhas do Terra

a noticia completa está aqui

Estava eu dando uma olhada rápida nas noticias no Terra, quando me deparo com a seguinte frase:

“Para atrair mais visitantes, o zoológico da cidade de Wenling, na província chinesa de Zhejiang fazer dois macacos do parque viverem felizes para sempre.”

E aí, mais alguém sentiu falta de alguma coisa no trecho da noticia acima? Tipo, um verbo? E uma vírgula? Acho que eu li umas 3 ou 4 vezes até entender o que estava faltando…

É, já se foi o tempo onde as pessoas revisavam os textos antes de publicar na internet!

Beijos! o/

ps. é, ando meio sem imaginação pra escrever, e o Terra não está cooperando com noticias bizarras esses dias… Mas uma hora alguma coisa acontece!! ;)

bRO fanfic | 5 – A volta da pesquisadora

Publicado por Lobo em 05 Set 2008 | sob: bRO Fanfic

Gabi estava sentada na praça de Prontera, lendo seus livros, hábito que não havia abandonado desde seus tempos de magia, pensando na época que ainda rodava o mundo atrás de aventuras. Afinal, ela já havia sido, inclusive, uma maga, sabia como era enfrentar ameaças, como sobreviver no campo, conhecia muito sobre ervas, itens e muitas outras coisas. Era curiosa por natureza, desde criança, bem antes de resolver seguir a vida que sua irmã havia mostrado. Mas a mentalidade de sua irmã mais velha, Aisha, acabou a obrigando a cuidar das posses da família. Alice, a irmã do meio, tampouco se interessava pelo ofício, apesar de ser também muito inteligente e inclusive versada nas artes da escrita. Mas esta havia decidido seguir o caminho da Fé, restando a Gabi, a filha mais nova, o cuidado dos bens e finanças da família.

Enquanto lia seus livros, com sua pequena Lunático de estimação, acabou se deparando com algumas notas estranhas em seu livro básico de criação de poções. Era algo que falava sobre a criação de formas que emulavam a vida. Era algo interessante, algo que ainda não tinha lido a respeito, mesmo sendo uma ávida devoradora de livros da Academia de Magia de Geffen.

Sabendo que não encontraria muita informação em seus livros e que, certamente, nada encontraria nas bibliotecas de Prontera, uma cidade muito religiosa devido a presença da Catedral a nordeste da cidade, dirigiu-se à cidade-satélite de Izlude, para pegar o primeiro aeroplano para a cidade dos Sábios.

A cidade de Juno situava-se fora dos domínios do Rei Tristan III, em um Estado diferente até politicamente do reino de Rune Midgard; Juno situava-se na República de Schwartzwald, situada ao norte de Al de Baran. A República havia crescido enormemente nos últimos tempos, a tal ponto que mesmo grandes guildas haviam se transferido para as suas cidades, como a poderosa guilda dos Ferreiros, para a cidade de Einbroch, e a dos caçadores, para a distante e isolada cidade de Hugel. Mas a República se mantinha com fortes laços de amizade e comércio com o reino, o que era muito saudável para os aventureiros e viajantes.

Chegando em Juno, Gabi foi direto para a Universidade, já que conhecia bem esta cidade. Afinal, era este o objetivo de vida dela quando era uma maga ainda. Colocou sua Lunático dentro do seu carrinho e foi direto para a biblioteca, procurar maiores informações. Encontrou muitos livros que falavam sobre as tentativas de criação de vida, de recriação eu até mimetização, com muitas citações especialmente sobre estas últimas, sempre citando as academias e empresas de pesquisas sediadas na república. Mas nada realmente indicativo sobre o fato da criação em si, ou se havia sido conseguido efetivamente criar vida. Algumas referências à guilda dos Alquimistas em diversos livros, além da própria indicação em um dos seus livros de criação de poções a fez pensar em seguir direção sul para a cidade que fazia a fronteira entre a republica e o reinado, a cidade dos alquimistas Al de Baran.

Foi enviada para lá pelo serviço de teleportes da Kafra, pois era o caminho mais rápido. Lá na guilda conversou com muitos colegas de profissão, e pesquisou na biblioteca que havia no subsolo da guilda dos Alquimistas, e acabou encontrando que um pesquisador havia conseguido criar um homúnculos, uma criatura viva em praticamente qualquer aspecto pensável, exceto que não era uma criação divina. Este pesquisador ficava na cidade de Lighthalzen, e trabalhava na Fundação Rekember.

Sem pensar duas vezes, Gabi pegou seu carrinho e foi correndo para a funcionária Kafra a mandar para a cidade de Juno, para que lá ela pudesse pegar o aeroplano para a cidade de Lighthalzen. Tudo o que havia na mente dela agora era a necessidade de conhecer esta forma de criação de vida.

Lighthalzen era uma cidade bonita, muito bem organizada e limpa, embora olhando lá do alto do aeroplano Gabi tinha tido a impressão de ter visto uma área mais suja na cidade. Como não era turismo o que tinha em mente, foi direto para o centro da cidade, procurar um guia que indicasse onde era a Fundação Rekember. Ao conseguir as indicações desejadas, deixou seu carrinho com a funcionária Kafra da cidade e foi direto para o noroeste da cidade, onde está a sede da Fundação. Como talvez não interesse totalmente ao leitor toda a correria que envolveu a pesquisa de Gabi, vou me dar ao luxo de ir direto ao momento que ela encontra finalmente o pesquisador, após percorrer diversos corredores e ter falado com dezenas de pessoas e ter pesquisado centenas de papéis e livros atrás da informação que queria. Mas finalmente conseguiu o tão desejado conhecimento: como criar uma emulação de forma de vida, um homunculus.

Com o conhecimento em mãos, o coração cheio de alegria e o cérebro trabalhando à toda, Gabi quase esqueceu de pegar seu carrinho com seus pertences com a funcionária Kafra antes de embarcar no aeroplano, que estava em seu porto à sudeste da cidade. Apesar de toda sua vontade e até pressa para tentar criar um homunculus, Gabi foi para o hotel que ficava no centro da cidade de Lighthalzen, pois anoitecia e ouvira falar que a cidade não era muito segura durante a noite. E também porque estava muito cansada de toda a correria do dia.

Não é meio óbvio??

Publicado por Carol em 04 Set 2008 | sob: No trabalho

link da noticia da Folha Online aqui!

Em protesto contra atraso, passageiros argentinos incendeiam trem

“Por causa de um atraso na linha que liga Buenos Aires à cidade de Moreno, passageiros argentinos incendiaram três vagões de um trem, destruíram parte de uma estação e apedrejaram policiais. (…) A confusão começou em Castelar, no horário de pico, quando dezenas de passageiros insatisfeitos com o atraso começaram a jogar pedras na bilheteria da empresa Trens de Buenos Aires (TBA). (…) Logo após o início do incêndio, a companhia decidiu cortar a energia e parou o serviço. O porta-voz da TBA, Gustavo Gago, advertiu que, com o incidente, o serviço provoca ainda mais atrasos. ”

Não é meio óbvio isso?? Protestar contra atraso tirando trens de circulação é muita estupidez pra minha cabeça viu…

Cada coisa que a gente ouve, não? (ou, nesse caso, cada coisa que a gente lê, né? )

« Página Anterior - Próxima Página »