Homem é seduzido pelo lado negro da força e assalta banco vestido de Darth Vader

Publicado por Carol em 23 Jul 2010 | sob: dia a dia

veja noticia completa aqui!

“Um homem usando a máscara de Darth Vader assaltou um banco em Nova York. A polícia disse que o ladrão entrou em uma agência do Chase Bank, em Long Island, na quinta-feira (22), com uma arma e exigiu que fosse entregue dinheiro.

“Isto não é uma piada”, disse o ladrão para os caixas e clientes. […]”

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E ainda diz que não é piada… fala sério…

Bêbado invade zoo, senta em crocodilo e é mordido na Austrália

Publicado por Carol em 13 Jul 2010 | sob: dia a dia

veja notícia completa aqui!

“Um homem sobreviveu a uma agressão de um crocodilo em um zoológico da Austrália após decidir, sob efeitos do álcool, entrar na jaula do réptil e sentar-se sobre ele, informou nesta terça-feira a imprensa local. […] “Teve muita sorte de sair vivo. Estes crocodilos são conhecidos pelo fato de não deixarem ninguém escapar quando mordem”, disse o sargento Roger Haynes à rádio ABC.”

Lol??? Algo me diz que esse sujeito não volta a beber tão cedo…

Plagiando fanfic

Publicado por Lobo em 11 Jul 2010 | sob: bRO Fanfic, Curiosidades

Pois é. Gostaram tanto da minha fanfic que até a plagiaram.

Para quem conhece fanfics do Ragnarok, deve conhecer o fórum do Rafael, o ragnatales.

E não é que lá tem um usuário que postou não uma, mas duas fanfics plagiadas, dizendo que era dele? Uma que eu ainda não li, mas pretendo qualquer hora ler, e a minha! E ainda teve  dom de escrever o nome da sacerdotisa da Carol errado, numa imagem que eu postei aqui de Natal! Definitivamente esse deve ter medo de cumpim.

Os elogios foram bem legais, de tal forma que até mesmo enviei PMs para não só o moderador, como para quem elogiou, tanto para mandar o endereço daqui quanto para agradecer, afinal, elogio é elogio, não? Mesmo que quem elogia não saiba que é plágio. =P

Mas é isso. Tudo aparentemente acertado por lá, com direito a mensagens de amigos que seguem a fanfic (que também avisaram lá no fórum). Nada como ter amigos!

É isso. E, para que não fique só aquela coisa de “ah, só veio reclamar que teve plágio, cadê capítulo novo, infeliz?”, fica aqui a informação que tenho uns 4 capítulos planejados decorrentes do último!

Hmm, será que estão plagiando a do WoW também?

Comprar demais pode aumentar a barriga e deixar impotente

Publicado por Carol em 06 Jul 2010 | sob: dia a dia

Veja noticia completa aqui

“Pesquisadores descobriram que um composto químico encontrado em recibos e até receitas contém uma perigosa substância, o Bisphenol A (BPA), que pode causar desequilíbrio hormonal masculino. O composto é utilizado para fazer tinta invisível em papéis termicamente sensíveis e podem ser ingeridas quando os homens, após lidarem com o papel, tocam a boca ou manipulam alimentos.

Segundo o urologista Frank Somme, em entrevista ao Daily Telegraph, essas alterações podem até diminuir o apetite sexual. “Em longo prazo, isso diminui o apetite sexual, faz a barriga crescer e tem efeitos negativos sobre a ereção e a potência”, disse o médico. Ou seja, comprar demais ou lidar com esta substância diariamente pode causar impotência e favorecer o surgimento da indesejada barriguinha. Isso acontece porque substâncias como o BPA podem mudar o balanço hormonal masculino, privilegiando o estrógeno. A substância já foi proibida no Canadá e três Estados americanos. ”

Eu nem ia comentar nada, mas depois do “ok, vou parar de comer recibos” que eu ouvi do Lobo, eu achei que devia…

I´m tired…

Publicado por Carol em 10 Jun 2010 | sob: dia a dia

“In the words of Yang: I need a drink, a man or a massage. Or a drunken massage by a man.”
Shonda Rhimes, criadora de Grey´s Anatomy

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Eu AMEI essa foto… :D

Criminosos tentam assaltar banco e ficam presos na porta giratória no interior de SP

Publicado por Carol em 10 Jun 2010 | sob: dia a dia, Quentinhas do Terra

Veja a notícia completa aqui!

“Ladrões que furtavam uma agência do Banco do Brasil de Miguelópolis (441 km de São Paulo) ficaram presos na porta com detector de metais durante a fuga, na tarde desta terça-feira.

Três homens –dois deles menores– entraram na área onde os depósitos dos correntistas são conferidos, aproveitaram a distração de um funcionário e pegaram o dinheiro.

No entanto, um segurança travou a porta giratória e os ladrões ficaram presos. Eles chegaram a tentar quebrar o vidro da agência bancária para fugir, mas não conseguiram.

A polícia foi chamada e, com o trio, apreendeu R$ 474 em dinheiro, três telefones celulares, um notebook e um veículo Gol. Os três foram detidos.”

Nada como um bom bando de amadores, não? Mas com certeza, só a manchete já vale a notícia…

As viagens da guerreira – capítulo 4

Publicado por Lobo em 02 Jun 2010 | sob: WoW Fanfic

Nada, absolutamente nada, poderia me preparar para o que eu passei. Eu sabia que era a Terra que me chamava, sabia que era um dos elementos, mas o que eu vi foi além, muito além do que eu imaginava. Tentarei descrever o melhor possível para que, se um dia alguém ler estas linhas, tenha uma noção do que vi, embora eu duvido que eu vá esquecer tão cedo esta sensação.

À noroeste de onde estava nossa morada existe um vale, que Firmanvaar chamou de Bosque Sagrado. Eu não conhecia o lugar, mas eu sabia onde era. Não sabia dizer como, embora hoje eu entenda melhor, mas eu sabia exatamente para onde tinha que ir. E, subindo o vale, logo após uma suave curva à direita eu vi algo que alimentará minha memória para todo o sempre.

 

 

Visivelmente era uma massa imponente de rochas, que às vezes parecia estar mesclada ao entorno, às vezes ela perfeitamente nítida. Seu corpo parecia mutar, se moldar, e ao mesmo tempo, era firme como, na falta de uma expressão melhor, uma rocha. Era uma forma humanóide, lembrava até certo ponto um dos Voids que esses Warlocks teimam em usar, mas era infinitamente mais imponente. Os braços eram maciços, e sentia que poderia me esmagar como uma mariposa do vale. Mas ia além disso.

Seu jeito era confortante, e apesar da imponência, me trazia uma tranquilidade na mente. Eu sentia como se a tranquilidade subisse pelos meus pés. A cada palavra que ele dizia em minha mente eu sentia como se ouvisse com meus pés. Se aquilo não fosse tão espiritualmente natural para mim eu teria certeza que havia enlouquecido. Mas ele era o Espírito do Vale, e ele representava a Terra para mim, e sua presença fazia todo o sentido para mim.

 

 

Mas, apesar dessa sensação acolhedora, suas palavras não eram assim tão carinhosas. Ele, isto é, a Terra, estava zangada conosco. A queda de nossa nave, Exodar, havia causado um desequilíbrio nos elementos. Os Espíritos da Terra estavam enlouquecidos e brigavam com os outros elementos, como ele me mostrou. O Espírito elogiou minha bravura de estar ali, mas precisava que eu mostrasse que não era apenas corajosa, mas tinha o que era necessário para compensar o erro que minha raça havia causado.

Olhei para ele, ele afastou um pouco o corpo para que eu visse os espíritos atrás dele, de forma que eu sabia o que era necessário fazer. E não era ele me dizendo, eu simplesmente sabia. Invocando o poder na natureza em minha arma, corri na direção dos espíritos de terra, atacando-os. Eles eram muitos, mas os outros espíritos que já estavam lutando contra eles estavam ao meu lado, mesmo que não me ajudando. E, contando com meus novos dons, ou melhor, minhas novas companhias, comecei a equalizar os seus números.

 

 

Porque é isto o que um shaman busca: o equílibrio entre os elementos. E é isso que eu faço.

bRO fanfic | Capítulo 39 – Decifrando o mapa

Publicado por Lobo em 28 Mai 2010 | sob: bRO Fanfic

Obi-Wan e Miadra chegaram em Prontera pelo portal do sacerdote. Miadra falou que antes de ir para o norte da cidade iria passar em seu cliente, e o encontraria mais tarde, entregando ao sacerdote o mapa.

O sacerdote andou rápido entre os mercadores, adentrando a região murada da cidade e contornando a praça central. No caminho, encontrou dois conhecidos seguindo para o norte. Eram dois ferreiros que conversavam distraidamente sobre equipamentos, metais, armas e armaduras.

Um dos ferreiros era alto, cabelos loiro bem claro, rosto amigável e jovial, vestindo calças azuis, camisa branca e uma espécie de tiara que lembrava orelhas de coelho. O outro era visivelmente mais velho, pelo menos 15 anos mais velho, com os cabelos começando a ficar branco em alguns pontos, e visivelmente mais forte do que seu interlocutor. Tinha o andar mais decidido, e sua voz demonstrava mais experiência.

- Ah, Toki e Christian! - falou o sacerdote, emparelhando seu andar aos dois ferreiros.

- Obi-Wan! - respondeu Toki, ajeitando sua tiara, que o vento teimava em tirar do lugar.

- Sacerdote Kenubi. - falou Christian.

Seguiram os três conversando até próximo ao castelo de Prontera. O fato do tema da conversa ser armas e armamentos, fabricação e conserto de equipamentos não incomodava o sacerdote. Na verdade, lhe agradava conversar um pouco sobre outros assuntos mais leves.

Como de costume, lá estavam alguns dos integrantes da Duality, que acenaram e se cumprimentaram quando o trio se aproximou. Estavam presentes Dorei, Elenna, Gabi e Dark Alice. Para sorte de Obi-Wan, Dark Alice parecia estar de muito bom humor, até receptiva. Sorte porque era com ela que queria conversar.

Após os cumprimentos, Dorei entrou no papo dos ferreiros, levando novamente a discussão sobre ficar apenas focado em forjar, que Toki defendia, ficar no campo de batalha, veementemente defendido por Dorei, ou fazer ambos, como Christian insistia em fazer, embora fosse menos capaz do que cada um dos dois em suas respectivas especialidades. Elenna, acostumada já com a discussão e suas argumentações, preferiu prestar atenção no que seu companheiro de profissão trazia e explicava, agora já em companhia de Miadra, que acabara de chegar.

A conversa agora era conduzida por Gabi e Dark Alice, as mais capazes e sábias do grupo. Dark já havia entendido em parte que o mapa era da cidade amaldiçoada de Glast Heim, e que as inscrições nele não haviam sido escritas em nenhuma língua que conhecia, e eram muitas. Até que Gabi entendeu.

- Está escrito em linguagem Orc. - falou tranquilamente Gabi. - Parece que eles fizeram anotações sobre criaturas, eu acho.

Abriu-se uma clareira de espanto. Como Gabi sabia não apenas que era linguagem Orc, como também sabia seu conteúdo? Com a naturalidade e calma que lhe eram comuns, como se falasse que o leite acabou, Gabi disse que era uma das poucas pessoas que os Orcs consideravam seus iguais, explicando que era fruto de aventuras anteriores. Mas disse que deveriam se focar no assunto em questão, porque algo havia de estranho na situação toda.

Apesar de espantados com a novidade sobre a amiga, voltaram a discutir sobre o mapa. E decidiram que precisavam investigar mais os fatos. Dark, curiosa como sempre, falou que iria a Glast Heim investigar do que se tratava o mapa, enquanto Gabi iria ter com os Orcs sobre o assunto em questão.

Como conhecia bem não só os companheiros de guilda, como também os hábitos suspeitos dos Orcs, falou que iria apenas com Dorobou para a vila Orc, já que eles certamente desconfiariam de um grupo grande chegando, O arruaceiro conhecia bem a região e os Orcs, poderia protegê-la de qualquer problema, embora ela garantisse que não haveria problema algum no caminho.

Dark então disse que seria iria investigar a cidade, e que não precisava de companhia. Quando Elenna e Obi-Wan insistiram que ela deveria ao menos aceitar a companhia de um representante da Igreja com ela, para protegê-la, surge junto ao grupo, providencialmente, alguém que poderia convencer melhor a teimosa Sábia.

- Eu irei com você, Dark. - disse com voz calma, mas decidida a templária que havia chegado no momento exato.

- Katrina! - falou alegremente Elenna, virando-se para a imponente templária.

- Eu mesma, darling! - sorriu Katrina, graciosa mesmo usando a armadura de sua ordem. - E irei com nossa querida Sábia, quer ela queira ou não.

Dark abriu a boca para protestar mas, pensando melhor tanto que perderia muito tempo discutindo quanto que seria bom para sua segurança alguém melhor que um sacerdote, soltou um breve suspiro dando a entender que concordava, e que partiriam amanhã cedo. Katrina sorriu e disse que a encontraria ao amanhecer na estalagem onde Dark estava instalada.

Aonde chega a futilidade humana….

Publicado por Carol em 28 Mai 2010 | sob: dia a dia, No trabalho

Olha a matéria que saiu na Folha na 2a feira:

“Juventude dourada

Para paulistanos classe AAA, querer é poder; círculo restrito é considerado uma ‘Bolha’

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
GUILHERME GENESTRETI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Com um cartão de crédito na mão e uma ideia na cabeça, os jovens paulistanos de classe AAA compram sem olhar o preço na etiqueta, têm motorista à disposição para nunca precisar pegar ônibus e cultivam hábitos como velejar, participar de leilões de arte e viajar para o exterior duas vezes ao ano.

Vida boa? Pode ser. Em compensação, os teens super-ricos temem amizades por interesse, dizem que são julgados mais pela marca da roupa que vestem do que pelo que são e vivem pensando em segurança.

Tanto que ocultar sobrenomes foi condição para as entrevistas da reportagem.

João, 17, não reclama dessa vida, que sustenta hábitos e vaidades. “Tenho mais gravatas do que meu pai!”, diz. Bebida preferida? Um vinho Château Mouton-Rothschild, safra 1982, cuja garrafa não sai por menos de R$ 3.000.

Recentemente, o estudante tomou gosto por leilões de arte. No Jockey Club de São Paulo, arrematou uma vaquinha da Cow Parade por R$ 5.000. Naquela noite, estava com a irmã, Victoria, 18, que adora bolsas Gucci mas elege “Havaianas e pijama” sua combinação perfeita.
Para João, os super-ricos são “uma minissociedade”, em que dinheiro nem sempre é sinônimo de felicidade. “Você vai à prova da Fuvest de motorista e é um choque!”

Querer é poder

Caroline, 16, queria um baile de máscaras para seus 15 anos. Como querer, para ela, é poder, um vestido incrustado de cristais Swarovski foi logo encomendado.

Humberto Carrão, um dos galãs de “Malhação”, rodopiou com a debutante no salão da Daslu, para-raios das grifes caras em São Paulo. Sua mãe ainda contratou acrobatas do Cirque du Soleil e cantores líricos.

Um ano depois, paramentada com jóias Tiffany, Caroline diz que dinheiro faz diferença, mas não é tudo. “Tem muita gente interesseira.”

As coisas costumam chegar às suas mãos antes mesmo que ela as deseje. “Tudo o que sai, não dá nem tempo de ela querer: iPhone, iPod…”, diz a mãe. Mas a garota diz não gostar do comportamento dos “esbanjões”. “Odeio gente fútil”, diz.

André, 17, recebe mesada de R$ 200, apesar de ter passe livre do pai para usar o cartão de crédito em “emergências”, quando o dinheiro acaba. Ele complementa a renda vendendo o que não quer mais no Mercado Livre, como camisetas de marca e notebooks e iPods ultrapassados.

O adolescente prefere levar os amigos para o iate da família a cair na balada. Para chegar à praia, tem como opção o helicóptero do pai.

FORA DA BOLHA

André reconhece que há outra realidade atrás dos muros que o cercam. “Sei que vivo numa bolha, mas é aqui que estão os meus amigos.”

Já Adriano, 17, diz que estourou a bolha. Vai de ônibus ao colégio e decidiu sair da antiga escola por achá-la “playboy demais”.

Para ele, tudo mudou aos 11 anos, quando fez intercâmbio e conheceu gente do mundo inteiro. “Uns eram negros, outros, asiáticos. A gente aprende que ter diferenças é importante.”

Sentado no sofá de casa, André fala sobre a vida de um super-rico. “É bem mais fácil, e isso é uma desvantagem. Posso não aprender os problemas do mundo real.”

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Teens classe AAA são menos de 1% da população do Estado de São Paulo e cerca de 0,6% dos brasileiros

Adoram bolsas Gucci, modelo transversal (R$ 2.000)

80% deles se consideram consumistas

Frequentam o clube Pink Elephant: entradas custam R$ 70 (meninas) e R$ 150 (meninos) A garrafa de champanhe custa R$ 525 e seu comprador tem o nome anunciado pelo DJ

Fontes: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Reportagem Local e Datafolha (Jovens Brasileiros, maio de 2008) ”

/…

Sem comentários…

As viagens da guerreira – capítulo 3

Publicado por Lobo em 21 Mai 2010 | sob: WoW Fanfic

Capítulo 3

Finalmente decidi deixar de postergar minha intenção de entender a sensação de observação. Voltei para o abrigo local de nossa raça e fui ter com Zalduun rapidamente sobre os Draenei feridos na região da queda. E em seguida me virei para onde vinha o olhar. Foi quando eu entendi o que acontecia.

O dono do olhar era um pouco mais baixo do que eu, sua pele de um azul escuro como o entardecer, e passava uma sensação de tranquilidade e ansiedade ao mesmo tempo. Vestia um capuz de couro leve e uma saia longa de couro também, além de sandálias. Visivelmente era um Krokul. Isso eu pude confirmar ao me aproximar dele, pois além de possuir seus pés desprotegidos, seus apêndices não se limitavam ao rosto, como em nossos homens, mas nas costas, longos e afastados do corpo, e não possuía cauda.

 

 

Foi bem estranho notar um Krokul em meio aos Dranei, mas ainda assim eu sentia que devia conversar com ele, no mínimo para entender porque ele me seguia. Suponho que Zalduun o deixe ali por piedade.

Ele se apresentou como Firmanvaar, um dos Caídos. Foi quando aprendi que eles não usavam, assim como nós, sua raça na lígua nativa. Como fazia sentido, uma vez que foram os Krokal os primeiro Eredar a cair nas mãos do demônio Illidan Stormrage. Mas, apesar disso, ele não apresentava perigo. Aliás, ele parecia muito mais um amigo, alguém próximo, do que um inimigo.

 

 

E eu pude entender o porquê quando ele me contou que eu estava predestinada a algo mais do que a vida de uma simples guerreira. Eu estava predestinada a seguir um caminho pouco comum à minha raça, mas ainda assim importante naquele mundo chamado Azeroth. Um caminho que foi praticamente extinto em Draenor, mas que nesta terra ainda existia. Eu seria uma Shaman, representante dos elementos em Azeroth. E, aparentemente, já havia uma mensagem da Terra para mim.

Embora não tenha entendido muito bem, achei melhor ir ver do que se tratava, já que pude confirmar que havia sim um poder além do que eu conhecia até então. Mas, antes de eu sair em busca deste chamado, me ensinou como buscar dentro de mim o poder natural de curar os outros, independente do favor da Luz, me ensinou também a invocar a eletricidade do ar ao meu redor e canalizá-la para meus oponentes, e me mostrou que eu mesma tinha o potencial de carregar minha arma com a energia na natureza ao meu redor.

Enquanto me despedia de Firmanvaar, percebi algo no mínimo interessante: tudo aquilo fazia muito sentido para mim.

Meu nome é Kaliope e, além de ser uma Draenei, eu sou uma Shaman.

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